Terça-feira, Julho 31, 2007

Ecos do passado


Tenho um mês para voltar a ser o que já fui...

Matemaníaco


Vão ser umas férias muito divertidas na companhia de equações diferenciais ordinárias e Parciais em espaços de Banach (para quem não sabe: lê-se "Banak")...E Matrizes polinomiais para mudar um bocadinho de assunto de vez em quando.

Virtual


Nos meus tempos livres talvez ainda perca algum tempo a "brincar" com as minhas máquinas virtuais. Talvez com o Turbo Pascal a correr numa máquina virtual com o MS-DOS 6.22.
Como vou andar a estudar Matrizes gostava de dedicar algum tempo a implentar Matrizes na cp-Calculadorasjs 2.0 e dar-lhe alguma portabilidade... (no sentido em que possa utilizar/gerar ficheiros que possam ser utilizados noutros sítios - Isto não sei se será possível pois javascript é uma linguagem de script e como tal tem muitas restrições).

Apertado


Há muita coisa que queria fazer agora neste mês. É possível? Vale a pena?

Decisão


Há prioridades...
E a escolha errada de prioridades pode levar-me a tomar uma decisão errada.

Sábado, Julho 28, 2007

Knight Rider


O Pontiac Firebird Trans-Am mais famoso de sempre. Eu via isto quando era puto.

Sexta-feira, Julho 27, 2007

Interface LCARS


A interface deste blog como devem calcular, foi desenhada por mim, baseada nas interfaces LCARS das séries "STAR TREK" The Next Generation, Deep Space Nine e Voyager.
O meu próximo blog (sim.. estou a pensar num 4º) em princípio terá outra interface LCARS, mas... um bocadinho mais agradável. Esta acabou por ser só um teste aos meus conhecimentos de HTML, JavaScript e CSS...

O patinho feio


Em qualquer grupo, todos somos elementos diferentes... Porque é que há sempre um patinho feio?
E porque é que muitas vezes sou eu?


PS: Tenho de reconhecer que a minha T-Shirt do GranTurismo 4 já não está em condições de ser usada...
Neste fim de semana, estampo T-shirts com qualquer coisa.

Quinta-feira, Julho 26, 2007

Um Carlos Paulo em férias


Sozinho em Lisboa


Para não variar... mais uma vez na vida fiquei encalhado!
"Os sonhos são para os caloiros." Dizia Philoctetes no filme Hércules da Disney.
Cada vez mais concordo com ele.

Planos para as férias


Estou sem alguns documentos essenciais, que me impedem de ir lá a terrinha. Portanto... os planos começam por aí.
Gostava de voltar a escrever, e eventualmente escrever uma história de ficção num novo blog, ou no meu site. Mas até o meu acesso à net é limitado.
Obviamente, vou tratar da minha cpcalculadorajs2, e vou estudar essencialmente Equações Diferenciais Ordinárias, Método dos Elementos Finitos e Aplicações, e Matrizes Polinomiais.

Não posso fazer cadeiras em Setembro, mas ao menos posso estudá-las. E se der, inserir qualquer coisa desses assuntos na minha CPcalculadoraJS.

O meu futuro é uma incógnita bem grande, numa equação com parâmetros desconhecidos.

E... há miúdas nas férias?


Neste momento estou de castigo (auto-imposto).
E duvido que alguma rapariga tenha paciência para mim nesta altura.
Se nem eu próprio consigo me aturar...

Cegonha




Olá cegonha
Gosto de ti
Há quanto tempo te não via por aí
Nem teus ninhos nos telhados
Nem as asas pelo céu
Olá cegonha
Que aconteceu

Ainda me lembro
De ouvir dizer
Que tu de longe
Os bebés vinhas trazer
Mas os homens vão crescendo
E as cegonhas a morrer
Ainda me lembro
Não pode ser

Adeus cegonha
Tu vais voar
E a gente sonha
É bom sonhar
No teu destino
Por nós traçado
Leva o menino
Que é pequenino
Toma cuidado

Adeus cegonha
Adeus lembrança
A gente sonha
Como crianças
Faz outro ninho
Nos altos céus
Vai de mansinho
Mas pelo caminho
Diz-nos adeus

Adeus cegonha
Tu vais voar
E a gente sonha
É bom sonhar
No teu destino
Por nós traçado
Leva o menino
Que é pequenino
Toma cuidado

Leva o menino
Mas tem cuidado


Carlos Paião
Carlos Paião... um CP que sempre admirarei.

Terça-feira, Julho 24, 2007

Na terceira pessoa


É muito fácil julgar uma pessoa pelos seus actos ou forma de ser... mas até que ponto somos bons juizes de nós mesmos?
Bem... vou falar de mim na terceira pessoa. Vou descrever-me como me veria se eu não fosse eu.
O Paulo (ou Carlos... ou Carlos Paulo... ou CP ou o que lhe quiserem chamar... eu chamo-lhe Paulo) é alguém que anda muito desmoralizado e tenta encontrar desculpas para tudo. Será que não tem consciência que muitas vezes a culpa é dele? Com tanto bode expiatório até parece que ele é um santo. Não. O Paulo não é um santo. Pode já ter sido alguém na vida, mas neste momento é quase um Zé Ninguem. As pessoas são o que são, invariavelmente pelas decisões que tomam. Ele não é excepção.
Por vezes ele irrita-me por andar no mundo da lua.
Podemos estar com ele à mesa ou a trabalhar e ele está parado a olhar para um ponto.
Regra geral parece estar distraído. O método de estudo dele é estranho. Tanto já o vi funcionar brilhantemente como falhar redondamente.
Não é um génio... e também não é totalmente burro.
Por vezes tem manias de sabichão.
Por vezes arma-se em parvo e finge não saber de nada.
Já foi um tipo bem anti-social, e agora, de vez em quando ainda mostra alguns vestígios dessa época...
Eu confio nele, e não gosto de o ver em baixo. Quando quer é um bom amigo...
Mas se o enganam, ele pura e simplesmente risca essas pessoas das suas relações.
É um bocado infantil, eu sei. E se calhar é uma das razões porque tem poucos amigos.
Ás vezes o mau cheiro dele afasta-me.
A barba mal feita e o cabelo despenteado já fazem parte do Paulo que eu conheço...
Há uns anos, era capaz de passar horas a discutir Matemática com ele.
Últimamente é difícil discutir Matemática com ele.
Já houve dias em que passava horas à frente do computador. Agora... tem dias em quem nem olha para ele.
Hoje em dia, há dias em que não o suporto.
Bom, tenho de ir.
Vou com ele às compras. Ele quer a minha opinião para uma toalha de banho. Não sei onde é que ele foi buscar a ideia de que eu percebo alguma coisa de toalhas de banho. Porque é que não convidou uma rapariga?
Ah! Eu tenho de ir porque eu e ele somos a mesma pessoa...

Smile Paulo... smile... repito diariamente para mim.
"Don't worry, be happy" insisto a tentar cantar.
Por vezes é tão ridículo não conseguir que o ridículo de não conseguir arranca de mim um sorriso.

A última esperança


Pois é ... a esperança é a última a morrer, mas morre. Quando no fim do primeiro semestre me vi em maus lençois por não ter feito uma única cadeira. Pensei "bem... o segundo semestre vai correr melhor". E correu... mas não foi assim tão melhor que o primeiro, e neste momento a situação é bem complicada. Tinha esperança de fazer alguma cadeira na época especial em Setembro. Mas como deixei mais de 3 cadeiras para trás... a minha esperança morreu hoje na secretaria das pós graduações.
E agora?

Estarei em condições de repetir este ano?
Que fé terá qualquer professor em mim para uma possível tese?
Que fé tenho EU em mim? Não venham com histórias de pensamento positivo. Isto não funciona assim. Eu ou sou capaz ou não sou...
Neste momento a balança manda-me para o não.
Eu sei porquê e não tenho assim muitas hipóteses de mudar.
Optimismo... eu bem quero ser optimista mas como é que se é optimista quando se verifica justamente o pior cenário possível?

A probabilidade de eu voltar a ser um bom aluno não é muito grande.
Qualquer outro na minha situação já teria desistido... porque insisto eu?

Eu só quero acordar deste pesadelo...

Podia sempre sair-me um euromilhões...

Segunda-feira, Julho 23, 2007

Lembram-se do meu famosissimo programa de calculadora, Sim ou Não? No meu web site deixei a versão html+javascript do programa, na secção programas. Ou seja, podem executar o o programa aqui na net! Divirtam-se com ele!

Bem... hoje foi dia de ter uma tarde perdida. Vim à fcul. Vi o mail e fundi os livros de visitas de ambas as cpcalculadoras.
Ainda transformei o livro de visitas da cpcalculadorajs 2.0 num local de críticas e sugestões. Será que alguém se lembra de pedir um manual para aquilo?

Está na hora de telefonar para a loja do cidadão.

Carlost Paulonely


É o meu nickname no msn messenger desde há uns meses. Se quiserem adicionar-me, o meu mail é cpaulof@hotmail.com .

A 8 de Setembro de 2006, quando pela primeira vez me meti num avião em direcção a Lisboa, estava pronto para tudo... Ou pelo menos pensava eu.
Para trás ficava tudo, e à minha frente, tinha uma vida nova, um recomeço. Quando o avião levantou voo, caiu-me uma lágrima do olho.
"Adeus Madeira." pensei eu.
Os tempos não foram fáceis. E tudo o que passei nos 10 meses que se seguiram davam para escrever o argumento de uma (má) telenovela. Quem leu as minhas entradas neste blog ao longo destes 10 meses testemunhou alguns dos meus maus momentos, alguns dos péssimos, e se calhar até pensou que eu estava a exagerar ou a ser pessimista.
Lembram-se do meu post "Procuro casa em Lisboa"? Eu nunca contei sequer 10% da história...
Mas enfim... passado é passado, e o que interessa é o presente e o futuro.
Porquê Carlost Paulonely?
A parte do Lost não é original minha. Copiei-a da Patrícia, a minha colega de mestrado, que se sentia meia perdida ( se ela se sentia meia perdida, imaginem eu...).
A parte do lonely. De facto, é como eu me sinto. A minha situação deve ser única. Já fui bom aluno... já fui o melhor. Já fui professor numa universidade. Agora sou um mau aluno num mestrado onde isso não devia nem podia acontecer.
Estou sozinho.
Não é o apoio da família nem dos meus espectaculares colegas que vai mudar isso.

Eu tenho de mudar algumas coisas, mudar estratégias... olhar em frente, e esperar que a Matemática ainda goste de mim.

Estou optimista em relação a muita coisa, pessimista em relação a meia dúzia de coisitas, mas realista: Eu ainda sou eu.
Só me resta trabalhar e colher os frutos do meu trabalho.

Sábado, Julho 21, 2007

CPCalculadoraJS 2.0 ONLINE


Sim, é verdade. Coloquei a cpcalculadorajs 2.0 online. O trabalho está incompleto, existem alguns dead links, mas é algo que irei corrigindo no futuro.
A versão que agora coloco online, foi editada pela última vez, na véspera da minha partida para Lisboa.
Daqui a uns dias coloco um livro de visitas... e uma secção de Matrizes, como dedicatória à cadeira de Matrizes Polinomiais que tive neste semestre...

Uma fénix perdida em Lisboa

De todas as histórias de toda a ficção científica, aquelas que mais me fascinaram estão associadas a viagens no espaço ou a viagens no tempo... ou a viagens no espaço-tempo.
Até já escrevi histórias que envolvem ambas.
A ficção científica tem o poder de nos mostrar uma possível visão do futuro e assim sendo ela própria é uma espécie de máquina do tempo. É claro que a ficção científica é muito mais do que isso, mas hoje, não vou mais além.
O filme "The time machine" de 2002, está entre os meus preferidos.
Não segue a história original de H.G.Wells, embora a história de fundo seja a mesma, mas é um excelente filme.
É a história de um cientista, Alexander Hartdegen, que constroi uma máquina do tempo para voltar ao passado e evitar a morte da sua namorada Emma, e logo no princípio descobre que o tempo é padrasto.
Nesse filme, algures, perto do fim, um líder Morlock ( para saberem o que é um Morlock, vejam um dos filmes Time Machine, ou leiam o livro do H.G.Wells )
Faz uma afirmação que é mais ou menos isto ( o meu dvd está em casa, na Madeira, por isso não consigo ser mais preciso na citação ):
Every man has his time machine. His memories, that bring him back to the past, and his hopes, that push him to the future

De facto... todos temos as nossas máquinas do tempo. A minha trouxe-me para Lisboa.

Mas já passei muito tempo a procurar uma máquina do tempo mais real... no sentido de H.G. Wells.
Inicialmente queria uma máquina para corrigir erros do passado, mesmo sabendo que toda a gente comete erros.
Infelizmente a minha pesquisa mostrou-me que uma viagem no tempo, se for possível não será tão linear como as da ficção científica.
Uma viagem no tempo não apaga os nossos erros, nem impede a morte de ninguém que amemos.
Uma viagem no tempo não nos faz renascer das cinzas.
Para renascer das cinzas é preciso algo mais simples: muita coragem, muito esforço... e fé em si próprio.
Os nossos erros fazem parte da nossa experiência e de quem somos. É melhor não apagá-os. É preferível aprender com eles.
A morte faz parte da vida. Temos de aprender a viver com ela. Todos morreremos um dia.

Sou apenas uma fénix a tentar renascer das cinzas.

Um dia... deixo um pdf no meu site com uma pequena divagação sobre mecânica temporal.

Sexta-feira, Julho 20, 2007


Este texto... já o encontrei em vários blogs. É a minha vez de o ter num meu.

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa

Eu, sem querer, vou construir um país...

Smile

Smile
tho'
your heart is aching,
Smile
Even though it's breaking,
When there are clouds in the sky- You'll get by,
If you
Smile through your fear and sorrow,
Smile and maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through- For you.
Light up your face with gladness,
Hide ev'ry trace of sadness,
Altho' a tear may be ever so near,
That's the time you must keep on trying,
Smile- What's the use of crying,
You'll find that life is still worthwhile,
If you just smile.




Charlie Chaplin


Vejam o vídeo.

Segunda-feira, Julho 16, 2007

Teimoso como um burro


Por pior que estejam as coisas, não vou desistir do Mestrado ( a menos que me veja em dificuldades financeiras bem graves ).
Se há falhas... vou corrigí-las
Afinal de contas... eu ainda sou aquele rapaz que um dia deduziu que
e^(teta i)=cos teta + i sen teta
a partir de duas resoluções de uma equação diferencial...

Domingo, Julho 15, 2007

Optimismo, realismo e pessimismo


Muitas vezes o não querer desistir leva-nos a fazer algumas burrices. Este semestre ter-me ia corrido muito melhor se pura e simplesmente tivesse desistido de uma cadeira (PEP)...
Sejamos realistas, quando concorri para o mestrado, "não me deixaram" escolher cadeiras da área de Geometria porque a UMa simplesmente decidiu não me dar Geometria Diferencial, e dar Investigação Operacional em substituição, no ano lectivo 1997/1998. Claro que oficialmente a cadeira continuou a se chamar Geometria Diferencial, (e esta?)
E no 4º ano da licenciatura, um ano que devia ser só com cadeiras de opção, eu tive só imposições!! (uau! E mais esta?)
Então, no mestrado, apanhei cadeiras que tinham como pré requisito uma cadeira de EDPs-Equações diferenciais parciais!!!!

Não, também nunca tive edp's na vida! Acho que estava melhor preparado para ver as cadeiras da área da Geometria (até porque depois da licenciatura tentei fazer umas coisitas...).

Obviamente.. comecei a tentar estudar equações diferenciais parciais em paralelo, fazer revisões de uma ou outra coisa já há algum tempo esquecida ( acabei a licenciatura em 1999... )
Acabei por descobrir que tinha de voltar a estudar uma outra cadeira que supostamente devia ter tido no 3º ano da licenciatura... ( Em Estruturas Matemáticas da Física era suposto ter aprendido a resolver alguns tipos de Equações diferenciais parciais... mas parece que na UMa não partilhavam dessa opinião)

E enquanto tentava preencher lacunas ainda tive uma avaliação contínua bem esmagadora e anormal na cadeira de Problemas Elípiticos e Parabólicos. Na semana depois da Páscoa estive particularmente mal... tanto que na semana seguinte tive mesmo de ir conhecer o Hospital Santa Maria. A partir daí, fiquei com trabalhos acumulados, tive de começar a deixar ANED para trás, só para poder preencher lacunas e fazer os trabalhos... e surgiu um efeito em cascata.
No final do semestre, quando estava a tratar de uma apresentação para PEP, estava à beira de um colapso e simplesmente parei...
Sou simplesmente humano... e NÃO É POR MINHA CULPA QUE NÃO TENHO AS BASES QUE DEVIA TER.
Aliás .. eu até sei muita coisa. Só não sei aquilo que eles queriam que eu soubesse.

Resumindo... se eu tivesse desistido de PEP, não estaria aqui, como um mau aluno, a estudar de véspera para os exames, teria tido melhores notas nas restantes cadeiras... e não teria a situação toda a incomodar-me ao ponto de a partir de certa altura não conseguir me concentrar.

Sejamos realistas, a minha situação é má. - SIM, Isto não é pessimismo, é realismo!
Se eu estou mal? Claro que estou?
Para quê tanto pessimismo?
Desculpem-me lá, eu não estou habituado a ser mau aluno.

É ser pessimista, ver as coisas como elas são? Não. Pessimismo é ver as coisas piores do que elas são!
E sinceramente... eu tenho... aliás tinha... um conjunto de objectivos que simplesmente foram pelo ralo abaixo.

Uma das situações mais engraçadas que tive este semestre foi a de ter de usar teoremas que eu nem fazia ideia que existiam... é giro não é?
Não, não é giro, é frustrante!

Enfim... as coisas vão mudar, mas antes de me virem com mensagens optimistas.. conheçam parte da história! ( Sim há mais... há sempre mais.., mas só conto um dia).

Toda a gente já deve saber que eu acho o processo de Bolonha uma tremenda palhaçada.
Acho que a única coisa que devia ser realmente feita era uniformizar as licenciaturas, e acabar com algumas brincadeiras de maus gosto que algumas instituições de ensino superior fazem por conveniência.

Por falar em Bolonha, será que ninguém percebe que muitas das alterações de Bolonha deviam ser feitas no secundário e não no ensino superior?

Quarta-feira, Julho 11, 2007

Bom dia sr dr


Ya ya... podem perguntar à minha mãe... "se alguém telefonar a perguntar pelo dr. Carlos Paulo, diga que o dr. morreu"...
ya... dr...
O meu nome é.. e sempre foi Paulo... Carlos Paulo

Terça-feira, Julho 10, 2007

I Believe I Can't Fly



I used to think that I could go on
And life was just a dreamfull song
But now I know the meaning of true sadness
I'm leaning on the everlasting loneliness

Chorus
If I can't see it, then I can't do it
If I dont believe it, it does not exist
I believe I can't fly
I believe I won't touch the sky
I just see it every night and day
All my dreams vanish or fly away
I believe I can't soar
I see me crying through that open door
I believe I can't fly
I believe I can't fly
I know I won't fly

See I am on the verge of breaking down
Sometimes silence, it can seem so loud
There are miracles in life I should have achieved
But I know it should have started inside of me

i betrayed myself

Segunda-feira, Julho 09, 2007

Um ano para esquecer


Todos nós temos dias para esquecer...
Eu tenho um ano... ou melhor 8... ou melhor... uma vida.
Era tão bom apanhar uma amnésia geral.
Esquecer tudo.
Esquecer que agora sou burro ( reconhecidamente burro). Que neste último semestre passei uma cadeira com um 10 dado (custava assim tanto ter-me chumbado?)
Bolas... por acaso até inscrevi-me no mestrado com o objectivo de aprender alguma coisa...
Sim, aprender.
E por acaso aprendi algumas coisitas... que não são muito engraçadas.
Aprendi que um mestrado não é muito diferente de uma licenciatura... e que a minha teve muitos buracos. É normal haver buraquinhos em qualquer licenciatura... mas a minha teve buracões.
E a minha memória e a minha sorte não ajudaram nada.
No plano pessoal a minha vida é o que sempre foi... um desastre ( ou seja.. não piorou muito).
Ando num barco sem rumo... um barco que eu comando, num mar sem terra à vista, no meio de uma tempestade, num frágil barco que ameaça ir ao fundo... e levar-me com ele.

Tenho saudades de mim...