terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Deixa-me ir...



Isto estava na 'story' de um dos meus contactos Facebook.

sábado, 31 de janeiro de 2026

Quando 'o sistema' falha

 Quando 'o sistema' falha muitas vezes, a vítima deixa de confiar no sistema e procura alternativas. 
Isso justifica e bem muitas decisões que tomei ao longo da vida. Uma coisa, são falhas pontuais. 
Outra, são falhas agressivas, e mesmo hostis.

No meu caso, a verdade crua é: eu não falhei ao sistema, o sistema falhou-me a mim.

Consigo provar vários casos, noutros, havia ali corrupção deliberada de quem sabia bem o que estava a fazer para não deixar provas.

Nestas circunstâncias, eu quero mesmo manter-me longe do sistema.

Eu não estou  a ficar mais novo, e cheguei a um ponto em que não me posso dar ao luxo de suportar mais desonestidade.
Posso fazer algumas  apostas, mas apostas, são jogo. Podem falhar. 
[ Atenção, isto é metáfora ].

Por isso 'novos rumos' deixaram de poder ser decididos com as regras de antigos rumos.

É perigoso ignorar as lições que a vida me deu, num mundo onde pessoas não assumem erros.
Onde a verdade é camuflada por ser inconveniente.
Onde as aparências iludem, e as pessoas são descartáveis.

Sobreviver ... começou a ser difícil.
Ainda antes de terem-me aparecido as dores.

Sento-me à frente de um computador e vejo "máquinas de fazer dinheiro". 
Não sou ingénuo. Muitas histórias não sobrevivem ao pente do pensamento crítico.
As que sobrevivem passam por outro filtro: a minha experiência de vida.

Não sou anarquista. Sou alguém que foi obrigado a ver 'o sistema' a falhar e a sair impune.

Quero manter-me afastado d'o sistema' e mais do  que  sobreviver, eu preciso de viver.



sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

:/

Por estes dias as dores têm andado pouco simpáticas.
Mesmo com medicação SOS.
Tento distrair-me, mas ... Faça eu o que fizer, tenho ali a dor a chatear.
Gravei uma série de vídeos de jogos para o meu canal no youtube.
Tendo em conta que eu acabei nesta situação depois de uma crise convulsiva, ecrãs se calhar não são a melhor coisa do mundo.
 Por outro lado, eu estou medicado, e nunca tive uma crise à frente de um ecrã. 

  • Tive uma à frente do Camacha Shopping, três dias depois de ter sido inaugurado.
  • Uma na fctunl ao atravessar a faculdade, em Março de 2011
  • E uma a jogar às cartas com o meu pai em Setembro de 2024
Não sou epiléptico, e até hoje não sei o que causa estas coisas.
Portanto ecrãs, não são, até porque estou a escrever isto, não estou?

Hoje ao olhar para um meu caderno de Mecânica Quântica, lembrei-me de como estudei aquilo.

Faz-me crer que mesmo com dor crónica consigo ser produtivo.
O problema consiste em arranjar forma de converter essa produtividade num salário, caso contrário, arrisco-me a viver debaixo da ponte na idade da reforma, ou pior...

Recordo que muito antes de ter dores crónicas, uma vez tentaram me por a trabalhar por menos que um salário mínimo, e defenderam o indefensável (...) .
[Sim, eu sei, a quantidade de pessoas que defendem o indefensável com que já me cruzei na vida, é absurda]

Quando temos pessoas a fazer isto enquanto estamos saudáveis, imagino estando agora nesta situação.

É preciso ter um latão.

Sugestões são sempre bem vindas.
Imposições... fiquem com elas.

Imagens criadas com Microsoft Copilot, para o blog raciocínios quase exactos e meio aleatórios.

Quantas Pessoas?


(Star Trek : Insurreição) 
 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Um exemplo...

 Deixei este comentário, a um post de um ex-colega que discutia a venda do edificio do Hospital Nélio Mendonça.


De facto o que a Madeira precisa é de mais hoteis, campos de Golfe. 

Melhorar as condições de saúde e de vida das pessoas? Só se tiverem os amigos certos...

E quanto a justiça? Bem... os imbecis dos meus posts sobre "tabus" no mundo académico, nunca foram penalizados.

O gajo que me deu alta com uma vértebra partida sem me ver é intocável.

E eu...

Resta-me escrever num blog. 

O sistema não funciona. Nem para queixas.
E as pessoas só ligam quando lhes acontece a elas...

Ao menos eu, sempre prestei atenção aos meus explicandos.

Não tenho os amigos certos. Se é que tenho amigos. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

I, Bot ?


 Eu tentei ficar ofendido com este comentário, mas não consegui.
Tendo em conta que jogo deitado num sofá, numa Nintendo Switch, com dores crónicas... Aquilo é um elogio. E ele nem sabe que se não uso o comando pro, os joycons saem do Nintendo switch controller handle.

Ser comparado a um bot, nestas condições, não é mau. É excelente!

Por falar em Bots, lembro-me que o Xan, em Unreal Tournament (1999) era um bot bem lixado...

Se ele/a quis ofender-me ou desmoralizar-me, conseguiu o contrário. :)

Não, não sou um bot...
Nunca foi grande jogador, e agora ainda menos.
Todos os vídeos do Youtube têm de ser de super jogadores, ou de jogadores falastrões? Não. Criei o meu, mesmo porque não queria ouvir ninguém durante estes vídeos.

Todas as críticas, desde que não sejam ofensivas ou desmoralizadoras são bem vindas.

Novos Rumos

 


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Sumários

Uma das coisas que investiguei e percebi como docente no ensino superior, foi como tanta gente escapa fazendo tanta trapalhada. Verdadeiros crimes intelectuais e insultos à inteligência, como várias das histórias que já contei aqui. 

Em particular, esta notícia, lembrou-me que tenho livros de sumários guardados em casa.

https://cnnportugal.iol.pt/professores/escolas/ministerio-quer-validar-salarios-dos-professores-com-preenchimento-de-sumarios-sindicatos-e-diretores-pedem-explicacoes-sobre-esta-tontice/20260109/69614b02d34e92a344973694

Quando dei aulas percebi que os sumários não serviam para nada e ninguém os lia. Então, para provar isso, trouxe os livros de sumário para casa. Passaram mais de 20 anos. Nunca mos pediram!

Podia ter escrito lá a história da Carochinha.

Na altura também fiz isso para confirmar uma teoria que eu tinha sobre aparentes professores intocáveis, como alguns que já descrevi em posts anteriores neste blog. Eram intocáveis porque não há fiscalização real, este alegado controlo buRRocrático é tudo para inglês ver, e mesmo com sumários digitais, aquilo só ocupa espaço, ninguém os lê!

Há uma ferramenta real para ter noção do que se passa nas aulas, e não são os sumários.

Os cadernos dos alunos, mesmo com erros por serem mal copiados ou o aluno não ter noção do que copia dão melhores informações do que qualquer programa ou livro de sumários.

As pessoas têm tendência a esquecer de uma coisa: eu sou matemático e gosto de provas. Portanto... eu guardo algum material. 

Não sou mentiroso.






quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

2026

 


Bem, tive de mudar de telemovel. Os blogues ficaram parados...

sábado, 3 de janeiro de 2026

Chá nocturno


 Durante a noite, sou 'enfermeiro improvisado' do meu pai. Não confundam com enfermeiro a sério.

 Esses são formados na área, ao passo que eu, sou formado em Matemática. 

Só que... há muitos anos que para mim, 'formação' vale muito menos que 'tem    capacidade de trabalho em'. 
Não quero desvalorizar a formação. Há muita gente bem formada, e com capacidade de trabalho na área em que foi formada. O problema é a minoria formada sem capacidade... e os autodidactas que são melhores que muitos formados, mas não são reconhecidos por falta de um papel que confirme aquilo que se sabe que são. Dar o monopólio de reconhecimento de capacidades a instituições de ensino alegadamente superior é um erro, que nos faz perder pessoas com capacidades, por questões burrocráticas e interesses que de honestos têm nada.
Enfim, não é o assunto de que quero falar hoje, e por isso não vou desenvolver.

(Nem falo de mim que estou a muitos anos luz de ser enfermeiro a sério)

Para me manter acordado e combater efeitos secundários de alguma medicação que tomo (recordo que tenho dores crónicas), recorro a chás. Hoje o meu pai surpreendeu-me ao perguntar-me o que é que eu estava a beber.

Até porque, pelos dias em que escrevo estas linhas, o homem raramente fala, e quando fala, é meio arrastado.
Só que hoje falou! E bem... como se estivesse a 100%. Coisa rara, e surpreendente. 
O tipo de coisa que me faz querer compreender melhor a doença de Alzheimer, formas de combate e até regressão da doença.

Vou começar por beber o chá, ou adormeço antes de acabar de escrever istooooooooooo...

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Aprendizagens de muitas passagens de anos

A sucessão dos anos para o fim da nossa vida é uma sucessão monótona decrescente.

Essa, é óbvia.
No meu caso, os últimos anos mostraram-me outra: a da quantidade de pessoas à minha volta.

A vida tornou-se bem mais solitária.

Também corrigiu muitas percepções que eu julgava ter, sobre honestidade e humanidade. 

Essas correcções se eu as tivesse em 1987, teriam mudado muita coisa.
Eu estaria a viver noutras condições. E provavelmente o meu pai também.

É que uma das maiores ilusões da minha vida foi acreditar na honestidade das pessoas. De pessoas que pelos seus cargos, deviam ser explícitamente honestas.

O som da chuva lá fora acordou-me. Hoje fiquei involuntariamente dispensado dos serviços de enfermeiro. Pensei que ia dormir.
Pensei... :)

As dores, bem... também estão bem acordadas. Se calhar, eu devia por headhones e jogar qualquer coisa para por no meu canal. Tenho saudades de Pharaoh, Star Trek Online, GTA. 
Tenho outras coisas para fazer. Acabar de capturar um blog para pdf – um dia volto a falar disto.

Sabem, a quantidade de chuvas que vão me acordar a meio da noite, também é uma sucessão monótona decrescente.

Se eu soubesse o que sei hoje...

Sou levado àquela velha questão. Isto vai mudar, ou devo mesmo construir uma máquina do tempo?

Máquinas do tempo são ficção, certo?
Certo?

...

Porque se não forem... a minha história vai mudar.