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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Há noites e noites.

 

[ A foto é do antigo blog... antiga vida]
Ontem, depois de ter saído do centro de saúde, passei pelo Pinoco, pedi um café. Tentei fazer uns cálculos. Saíu disparate várias vezes.

 Larguei aquilo... Voltei para casa. Liguei a playstation Classic à minha engenhoca de captura de vídeo, joguei Metal Gear Solid. Derrotei aquele ninja chato e salvei o Hal Emmerich, aka, Otacon. Gravei, e fui dormir.

Acordei já depois do fim do jogo de Inglaterra. 

As dores estavam más.

Inglaterra perdeu... Não melhorou o meu humor. Todos os argentinos que conheci pessoalmente são fdps. Não julgo uma nação à custa deles, mas nunca apoiaria a Argentina.

Dois golos perto do fim.

Bah... vamos lá ser enfermeiro.
Fui à casa de banho. No curto espaço em que lá estive, o meu pai fez um daqueles disparates que só as pessoas com Alzheimer fazem.

-_-

E a noite só está a começar. Vou esperar que ele adormeça para eu tomar a minha medicação. 

Dores, hoje não estou para vos aturar....


sábado, 11 de julho de 2026

Só mais um... dia

 Hoje as dores estão particularmente más.
Dor crónica é incompatível com muita coisa que fiz, e gostaria de fazer. É até incompatível com a minha função de enfermeiro improvisado.

Recentemente, fui abordado na rua. Pagaram-me um café...
Obviamente, não nasci ontem. Sabia que vinha ali história.

E veio.

Queriam que eu aldrabasse uma avaliação.

-_-

Vamos lá ver... eu não estou em condições físicas de dar explicações online sequer.
E vão me contactar LOGO para vigarizar uma avaliação?

Se há algo mais insuportável que as minhas dores, são vigaristas.



segunda-feira, 2 de março de 2026

Seguidores

 Eu tenho perto de 300 pedidos de amizade no facebook. 

Não vou me por a aceitar toda a gente, até porque obviamente não conheço aquela gente toda.
Além do mais, o Facebook pertence à Meta, que já me arranjou problemas, e é incontactável se não lhe pagamos, e pior ainda, tem fama de não resolver coisa nenhuma.

Têm uma queixa feia minha no portal da queixa.
Não vou remover.
Arranjaram-me problemas e depois ignoraram-me.
 [ podem ver posts anteriores ]

Para me seguir, e se não vos conheço pessoalmente, sigam qualquer uma das minhas outras páginas. 

Aceito ex-alunos, ex-explicandos... ex-colegas, pessoas que eu conheço.
Até eu arranjar uma alternativa aos produtos meta, que tenha contacto humano.

Não sou influencer nem celebridade.
Não se justifica!



sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

:/

Por estes dias as dores têm andado pouco simpáticas.
Mesmo com medicação SOS.
Tento distrair-me, mas ... Faça eu o que fizer, tenho ali a dor a chatear.
Gravei uma série de vídeos de jogos para o meu canal no youtube.
Tendo em conta que eu acabei nesta situação depois de uma crise convulsiva, ecrãs se calhar não são a melhor coisa do mundo.
 Por outro lado, eu estou medicado, e nunca tive uma crise à frente de um ecrã. 

  • Tive uma à frente do Camacha Shopping, três dias depois de ter sido inaugurado.
  • Uma na fctunl ao atravessar a faculdade, em Março de 2011
  • E uma a jogar às cartas com o meu pai em Setembro de 2024
Não sou epiléptico, e até hoje não sei o que causa estas coisas.
Portanto ecrãs, não são, até porque estou a escrever isto, não estou?

Hoje ao olhar para um meu caderno de Mecânica Quântica, lembrei-me de como estudei aquilo.

Faz-me crer que mesmo com dor crónica consigo ser produtivo.
O problema consiste em arranjar forma de converter essa produtividade num salário, caso contrário, arrisco-me a viver debaixo da ponte na idade da reforma, ou pior...

Recordo que muito antes de ter dores crónicas, uma vez tentaram me por a trabalhar por menos que um salário mínimo, e defenderam o indefensável (...) .
[Sim, eu sei, a quantidade de pessoas que defendem o indefensável com que já me cruzei na vida, é absurda]

Quando temos pessoas a fazer isto enquanto estamos saudáveis, imagino estando agora nesta situação.

É preciso ter um latão.

Sugestões são sempre bem vindas.
Imposições... fiquem com elas.

Imagens criadas com Microsoft Copilot, para o blog raciocínios quase exactos e meio aleatórios.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Um exemplo...

 Deixei este comentário, a um post de um ex-colega que discutia a venda do edificio do Hospital Nélio Mendonça.


De facto o que a Madeira precisa é de mais hoteis, campos de Golfe. 

Melhorar as condições de saúde e de vida das pessoas? Só se tiverem os amigos certos...

E quanto a justiça? Bem... os imbecis dos meus posts sobre "tabus" no mundo académico, nunca foram penalizados.

O gajo que me deu alta com uma vértebra partida sem me ver é intocável.

E eu...

Resta-me escrever num blog. 

O sistema não funciona. Nem para queixas.
E as pessoas só ligam quando lhes acontece a elas...

Ao menos eu, sempre prestei atenção aos meus explicandos.

Não tenho os amigos certos. Se é que tenho amigos. 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Aprendizagens de muitas passagens de anos

A sucessão dos anos para o fim da nossa vida é uma sucessão monótona decrescente.

Essa, é óbvia.
No meu caso, os últimos anos mostraram-me outra: a da quantidade de pessoas à minha volta.

A vida tornou-se bem mais solitária.

Também corrigiu muitas percepções que eu julgava ter, sobre honestidade e humanidade. 

Essas correcções se eu as tivesse em 1987, teriam mudado muita coisa.
Eu estaria a viver noutras condições. E provavelmente o meu pai também.

É que uma das maiores ilusões da minha vida foi acreditar na honestidade das pessoas. De pessoas que pelos seus cargos, deviam ser explícitamente honestas.

O som da chuva lá fora acordou-me. Hoje fiquei involuntariamente dispensado dos serviços de enfermeiro. Pensei que ia dormir.
Pensei... :)

As dores, bem... também estão bem acordadas. Se calhar, eu devia por headhones e jogar qualquer coisa para por no meu canal. Tenho saudades de Pharaoh, Star Trek Online, GTA. 
Tenho outras coisas para fazer. Acabar de capturar um blog para pdf – um dia volto a falar disto.

Sabem, a quantidade de chuvas que vão me acordar a meio da noite, também é uma sucessão monótona decrescente.

Se eu soubesse o que sei hoje...

Sou levado àquela velha questão. Isto vai mudar, ou devo mesmo construir uma máquina do tempo?

Máquinas do tempo são ficção, certo?
Certo?

...

Porque se não forem... a minha história vai mudar.




quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Quinta-Feira, 18 de Dezembro de 2025



PS:
  • Dores crónicas trazem um problema: há dias/horas em que são toleráveis e dias/horas em que não. Não dá para medir com um instrumento, tal como a temperatura se mede com um termómetro.
    Como saber com confiança quando a dor passa das marcas?
    Hoje, deixaram de ser toleráveis...de repente!
    Vão dar prioridade quando a alguém quando a dor é tolerável?
    Criar um sistema de prioridades, vai fazer com que oportunistas se aproveitem do sistema... como se resolve isto?
  • Fui obrigado a revelar a minha situação médica à frente de uma fila de estranhos.Para ser ignorado. E confidencialidade? Aqui no blog, lê quem quer! Agora, eu não sou exibicionista, não estou interessado em expôr-me a gente que não sabe nem quer saber.

sábado, 6 de dezembro de 2025

A navalha de Occam

O filme Contacto de 1997 introduziu-me à "Navalha de Occam". Uma heurística que supostamente diz que a explicação mais simples para um acontecimento tende a ser a verdadeira.

O próprio filme mostra que a versão de uma história verdadeira da Dra Ellie Arroway (spoiler inofensivo) não passa por esta heurística e seria 'cortada fora'.

De facto a minha vida acabou a mostrar-me que na verdade, a explicação mais simples raramente é a verdadeira. Raramente não é nunca. 

Por exemplo, quando em 1998/1999 um imbecil (não vou pedir desculpa por contar a verdade, o homem é um imbecil, e merece designações piores que ficariam censuradas) decide que completámos espaços métricos em Análise Funcional quando não o fizemos, sem sequer consultar os nossos cadernos (eu ainda tenho o meu caderno e cópias dos de ex-colegas... posso provar que não minto)  a explicação mais simples seria "não se lembram". Que é falsa. Os cadernos provam.

Ou em 2006/2007 na fcul quando eu digo "os programas dessas cadeiras não correspondem aos que me foram apresentados aquando da candidatura". A explicação "mais simples" mais uma vez é falsa ("sabes lá..."). A verdade é que sendo eu madeirense passei dias a analisar programas antes de sequer pensar em concorrer,  visto aquilo ficar fora da minha zona de residência, já ter lidado com vigaristas, e por isso sei muito bem do que falo.
Mais grave ainda foi a questão do alojamento em que a coordenação do mestrado me deu uma informação gravemente errada, e me pôs em péssimos lençóis.

Ou quando nesse ano lectivo recebi um trabalho, classificado, em que percebi que a nota foi dada mas o trabalho nem foi lido (! o ensino alegadamente superior português na altura tinha muito que se diga !).
Explicação mais simples: aluno descontente com a nota.
Explicação verdadeira: de facto a mulher não corrigiu o trabalho, porque por motivos a que ainda hoje sou alheio, não ia com a minha cara e numa posição prepotente só deu nota.
Foi apanhada ao comentar o meu trabalho e a contradizer o que lá estava escrito (a mulher 'esticou-se' muitas vezes). Lá a confrontei e obriguei a voltar a corrigir o trabalho, que obviamente, foi corrigido com  má vontade e a mulher encarregou-se de tentar envenenar os outros professores contra mim. (Posso justificar esta afirmação, mas não o vou fazer aqui).

A navalha de Occam...afinal, está "a ser usada" para impor "a verdade mais conveniente" e mascarar incompetência e corrupção.  Por outras palavras: "a verdade não interessa" se não for conveniente.


Sendo eu matemático, fiquei com uma dúvida. Há forma de converter a navalha de Occam em Teorema? E se sim, em que condições é válido?

Bem... Sim, é possível. E nos casos referidos anteriormente, foi um teorema muito mal aplicado: os casos não estão nas condições em que o teorema é válido. Em particular requer uma homogeneidade de condições probabilísticas que não se verificou. 

Aliás, isto também se pode dizer de outra forma: é estúpido julgar sem conhecer ou sem ter estado nas mesmas condições, pois conduz a conclusões erradas.

Quanto à Matemática da Navalha de Occam, é um assunto giro para um dos meus outros blogs.

 [Num dia em que as dores estejam simpáticas]


quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Dores monetárias

 Hoje é um daqueles dias em que as dores estão particularmente más e eu estou deitado no sofá, a escrever ao telemóvel. A pensar que se calhar eu deveria escrever algo lucrativo.

Não há lucro na verdade... no meu passado.

Nem há lucro num blog com poucas visitas.

Curiosamente, este blog tem menos visitas que o Zona Exacta (https://zonaexacta.blogspot.com) e foi aceite na plataforma adsense, ao passo que os de Matemática, com muito mais visitas, bem... foram recusados pelo Adsense por "falta de originalidade nos conteúdos".
Mesmo com dores não consegui deixar de rir.

sexta-feira, 20 de junho de 2025

Vamos lá perder tempo...


Este post está a ser escrito comigo sentado no café, no Camacha shopping, à espera que as dores decidam dar uma volta.
No dia em que escrevi o post "Tabus no mundo Académico", que não coincidiu com o dia em que foi publicado, li, numa rede social (!) uma acusação de um professor universitário, que leu um texto meu e decidiu acusar-me de generalizar baseado num caso.
Eu voltei a ler o que escrevi, e só posso concluir que o tipo ou não leu o texto, tal como o outro que me acusou de fraude... sem ter havido fraude, ou 'leu por alto' (e mesmo assim, leu mal).

Eu fico preocupado. 
Se ele tiver sido juri de teses de mestrados e doutoramentos, fico na dúvida se ele leu com a devida atenção as teses.
O individuo não me conhece de lado nenhum. Em 2008 estive à porta do gabinete dele duas vezes, para tentar resolver um assunto com ele, não o encontrei!
Enviei um email, nunca respondeu!
Obviamente eu não insisto com quem não está para me aturar, chama-se 'auto-respeito'.
E agora sai-se com esta?
Quem lê os meus blogs nota que eu não tenho apenas um caso, dois, ou três... ou meia dúzia. São muitos. Até já tive alguns textos com nomes, que depois tive de apagar para evitar chatices com o serviço que hospeda este blog (não tem nada a ver com censura, tem a ver com o acordo com que concordei ao criar o blog). 
Passei a contar as histórias sem nomes.
Mas dou datas, lugares, contextos, e se houver alguém realmente interessado consegue confirmar pelo menos parte do que digo.
Respondi, educadamente que o senhor não me conhece, que não, não generalizei, pedi para voltar a ler o texto, e informei a rede social que não estou interessado em receber mais notificações dali. 
Deixem o homem 'enterrar-se' com o que diz. 
Quem tiver olhos, vê.
Sem dores eu já não tinha paciência para este tipo de pessoas. Com dores, não perco o meu tempo com defensores do umbigocentrismo ( eu sugiro mesmo ver dicionário deste blog).
Quero lá saber do cargo, título, posição do homem.
Há coisas inadmissíveis.

Não o vou bloquear. Assim, não se sente ignorado, e quem o ler serve de minha testemunha.
Agora... um professor universitário a comentar um texto meu numa rede social daquela forma, é muito mau!
Se decide voltar a me chatear, guardo uns screenshots para recordação, é bloqueado e pronto.
Não será o primeiro.
Porque preciso da recordação?
Precisar, não preciso.
Só que já aprendi, que guardar provas, mesmo que nada valham, nunca fez mal a ninguém.
Gente que fala sem saber o que diz, me julga sem ter estado na minha pele, sem ter noção das opções que eu tinha, não merece a minha consideração nem o meu tempo.
Sugiro-lhe o mesmo, caro leitor, e já agora agradeço ter lido este meu desabafo.


PS: Dias mais tarde, após a escrita do texto, apareceu-me um post no facebook.
Conhecem a frase "Diz-me com quem andas e eu digo-te quem és?". Se essa frase tiver algum fundo de verdade, o tal post sugere-me que de facto a ideia já estava formada antes de o meu texto ser lido. Esse tipo de "rigor", eu não aceito em pessoas de Matemática.

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Desaparecido.

 Ontem, ao dar a injecção de insulina ao meu pai, ele disse-me "Diabetes? Mas eu nem sou diabético!".
...
Lixado não é?
As (minhas) dores... teimam em ficar comigo. Tive alta de Neurocirurgia e Reabilitação. Estas dores não conseguem ser explicadas por eles.
Mas estão aqui, não estou a imaginá-las.
Conseguem tirar-me a capacidade de trabalho.
Os vídeos carregados no youtube, no canal "CPauloF Joga" foram gravados há pelo menos um mês, e agendados. Gravados "a conta-gotas", editados e montados.
Isso é descarado no vídeo "Star Trek online, TOS times [005] - The Battle of Caleb IV [Fixed] " em que se nota uma mudança na cor do uniforme do personagem MathManiac..
A gravação original ainda teve um problema e tive de repetir o nível com a mesma tripulação, mas, os uniformes não têm as cores certas.

As dores estão aqui, enquanto escrevo.
E com dores, a tendência é... andar desaparecido, pelo menos enquanto ninguém se lembra de mim... Será que faço falta?


sábado, 12 de abril de 2025

Rumos solitários

O script "próximo post agendado" dali da direita ainda não está a funcionar bem.
Vivemos uma época estranha. Hoje em dia as universidades abrem cursos para tudo e mais alguma coisa. Eu pergunto-me se alguns desses cursos têm mesmo de ser dados por universidades ou politécnicos.
Eu acho é que se criou um lobby.
Há formação no ensino alegadamente superior que de "superior" nada tem.
Criou-se uma caça ao título.
Neste mundo de aparências onde títulos valem mais do que competências.
Até temos incompetentes a avaliar alunos mais competentes que eles.
Pessoas que prejudicam quem só quer tirar um curso e não tirar-lhes o lugar.

Uma vez, num mestrado (em Matemática) tive um professor a dizer-me "isso está errado porque eu tenho mais experiência do que tu".

É um argumento muito mau para ser usado por uma pessoa justamente de Matemática.
[Eu passei por situações piores...  são tão más que não quero recordá-las ]

Sabem... o meu trabalho não tinha erros. E eu provei isso.
Caiu-lhe tão mal que o tipo em vez de assumir o erro (dele) deu-me uma valente descasca.
Não era correcto contradizer um professor. (!!!)
Quer dizer... um tipo que vai avaliar-me é incapaz de reconhecer os seus erros?
Pior do que isso,  difamou-me, espalhou boatos aos colegas e complicou-me a vida.

Desde essa altura que quando vejo uma pessoa puxar dos galões em vez de usar um raciocínio lógico, que a minha opinião sobre a pessoa desce. Bastante.

Graças a muitos idiotas destes (que continuam e proliferam no ensino alegadamente superior português) a minha vida complicou-se imenso.
Os meus rumos tornaram-se solitários.
As pessoas mais próximas que tive nos últimos 14 anos foram alunos. Não foram colegas, ex-colegas...

Agora são ex-alunos... os alunos vinham e iam. E depois de estarem despachados, a maioria esquece que eu existo, portanto na verdade, estou... sozinho (talvez assim percebam melhor alguns posts anteriores).



Como o leitor habitual deste blog, se existir leitor habitual, deve saber, para não ajudar, a minha saúde pregou-me mais uma partida.
A minha filosofia tem sido tentar manter a mente ocupada, para ver se consigo ignorar a dor (atenção que eu estou medicado).
Ignorar a dor ... é ... mais um rumo solitário. 
Se calhar, a dor não se ignora. Vive-se com ela...

"Para ti vou estar sempre disponível" - disse, porque a mim nunca me disseram. Ás vezes temos de ser para os outros aquilo que precisavamos de ter tido.

Não vou obrigar ninguém que não queira a aturar-me. Não está na minha natureza, e fazê-lo é auto-desrespeito.

Só que, não gosto, nem nunca gostei de "adeuses mudos".
Abro uma excepção para esta dor. Pode ir embora sem avisar. Não me ofendo.

sexta-feira, 11 de abril de 2025

Um olhar para o meu futuro

Dores crónicas fizeram-me olhar para o dr. Gregory House de outra forma...
O tipo foi mais bem concebido (e representado) do que podia me passar pela cabeça antes.
A dependência de Vicodin não era mero vício. Era mesmo... necessidade.
A última vez que eu tive um dia sem dores, foi em Setembro de 2024.
 Estava deitado na cama do hospital Nélio Mendonça, a levar morfina.

Com este novo ingrediente, o meu futuro é bem promissor...


sábado, 29 de março de 2025

Baldes de água fria...

 A vida de vez em quando, de repente despeja um balde de água fria em cima de nós. Obriga-nos a engolir sapos...

Balde de àgua fria após balde de àgua fria a vida vai nos moldando.

 'Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura'.

A certa altura, os baldes de àgua fria deixam de parecer estranhos. Só que a frieza afecta-nos sempre.

As dores que teimam em não ir embora são más. São péssimas. 

Quando as pessoas desaparecem da minha vida por opção, será que sou 'apenas mais uma dor' na vida delas?

Aqueles dois v's a azul do whatsapp têm algo que se diga. Tenho alguns a cinzento que foram vistos (principalmente contactos profissionais). Eu próprio já tive o meu whatsapp assim.

Se eu não admito que quem nunca esteve nos meus pés me faça juizos de valor, quem sou eu para julgar quem não tem tempo para me responder? 

Aquele 'nunca te preocupes com isso...' é uma resposta honesta.

Eu não tenho interesse em ser 'uma dor' na vida de ninguém. 

Há dias, nos meus habituais solitários passeios diários, pagaram-me um café. E quem o pagou foi um desconhecido, sem segundas intenções.

'As dores que teimam em não ir embora são más. São péssimas.'

Por estes dias as dores têm abusado e fizeram-me pensar naquele 'Eu não tenho interesse em ser uma dor na vida de ninguém.'
A questão "serei eu uma dor?" ganhou uma nova dimensão.

Não liguem, é só mais um balde de água fria.

O frio 'aperta-me' as dores físicas.

quinta-feira, 20 de março de 2025

Tempo (II)

 


Hoje, no meu blog Z0nα Exact4, publiquei um artigo sobre cónicas.

Já andava a escrevê-lo há mais de um mês. Não que o assunto fosse difícil ou estivesse esquecido. Escrever Matemática numa salada de html, javascript e LaTeX, estando com dores bem chatas é complicado. Mais ainda: Gerei as animações. Lidei com bugs de software e ainda fiz os cálculos para criar e resolver os exercícios propostos.
Enquanto o escrevia, resolvi e partilhei nesse blog um exercício para determinar a altura de um cone.

Ainda queria gerar mais algumas animações mas fica para a próxima.
Com dores, certas coisas levam mais tempo, e exigem maior concentração.

No hospital, em Setembro, com o smartphone cheguei a resolver e latexar a resolução de um exercício para calcular o raio de uma circunferência inscrita num triângulo. Mas isso era mais simples que escrever um texto, criar e resolver vários exercicios. E eu estava com medicação "mais pesada".

Já aqui disse que ando a descodificar o código de um programa meu escrito nos anos 90, sobre o mesmo assunto, e que não quero partilhar o raciocínio por detrás do programa, mas esse programa é útil para verificar se os exercícios que eu partilhei estão correctos.

Podia haver algo que eu pudesse juntar ao texto do blog, mas não, nada que eu queira partilhar, a não ser que as contas batem certas.

Investi muito tempo em cónicas ao longo da minha vida... Por boas razões, nem todas académicas.

Diariamente, é postado um vídeo no meu canal do youtube "CPauloF joga".
Mas, os vídeos foram gravados e editados "todos de uma vez" e tenho vídeos agendados até Domingo.
As coisas são feitas conforme a minha gestão do tempo e da dor.

O mesmo se aplica a este blog...

terça-feira, 18 de março de 2025

Carro.

 Na passada Sexta-feira (dia do pi e dia internacional da Matemática) tive uma consulta. Viagens de automóvel ainda deixam-me em mau estado. Mesmo medicado, continuo com dores até hoje...



domingo, 2 de março de 2025

Fantasmagóricos


 Quem segue o meu canal do Youtube "CPauloF Joga" deve notar que ultimamente tenho jogado Elite Dangerous, sucessor dos jogos Elite e Frontier literalmente do milénio passado.. O Oolite de que já falei em posts e blogs anteriores é um sucessor não oficial do Elite, mas o Elite Dangerous é o sucessor oficial. E aquilo é mais que um openworld, aquilo é um open universe.

As viagens entre planetas/sistemas às vezes conseguem demorar e por isso ultimante deixei as minhas naves pausadas e apanho um Apex Interstellar (Uma espécie de Uber/Bolt/Taxi no espaço), e enquanto a viagem decorre faço outras coisas. Eu evito mexer-me muito, para tentar não sentir as dores, ou para tentar ignorá-las... Pilotar uma nave neste momento não é das experiências mais simpáticas.

Ontem deparei-me com um cenário estranho. Cheguei a dois povoados onde toda a gente estava morta, e as bases estavam inactivas. Numa delas, eu fui encarregue de restaurar a energia e apagar fogos antes que pudessem vir novos colonos. Na outra, onde curiosamente fui receber o pagamento pelo meu trabalho... o povoamento estava nas mesmas condições.

Gravei em vídeo, e logo às 20h00 deve estar disponível no youtube. Vou deixar aqui uma janela, mas antes das 20h00, não conseguem ver, deve ser considerado privado.


Entretanto, vou ver se durmo e se volto ao texto das cónicas para o outro blog.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Camacha, 27 de Fevereiro de 2025



Por estes dias, as dores, não têm sido simpáticas. Tento ignorá-las... como muita coisa na vida. Hoje, para tentar distrair-me, decidi gravar o meu passeio nocturno.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Análises

Amanhã...
Pronto, como isto na verdade vai ser publicado amanhã, vou alterar tempos verbais e até fazer futurologia.
Hoje acordei cedo para fazer análises.
Desde 1998 que faço análises algumas vezes por ano. Com o passar dos anos fui acumulando histórias. Como eu participei delas, será legítimo chamar-lhes CarlosPaulices?

A partir de certa altura tornou-se banal picarem-me para extrair sangue.
Lembro-me que uma vez, faltou a luz, e as enfermeiras tiveram de usar a luz do telemóvel.

O que é que aconteceu hoje? Não sei. Isto foi escrito ontem, enquanto eu estava sentado no café a tentar ignorar as dores!

Não deve ter acontecido nada de especial. Mas estou curioso. Será que já acabei de escrever um texto sobre cónicas para o blog Z0nα Exact4?

Ou será que vou partilhar primeiro um texto sobre ... um programa de calculadora escrito há 10 anos e que deve levar um upgrade em breve?

Se eu ontem estava no café a escrever isto, penso que nenhum dos dois ainda está pronto.

Sabe, se deixar um olá como resposta a este texto eu posso acelerar a produção dos textos.

É uma pessoa ou um bot? Como veio aqui parar? Costuma ler isto? Está a ler o meu texto enquanto eu ainda estou vivo? Eu tive de activar uma protecção (nas mensagens de visitantes).  

Vou dar-lhe uma pista: se eu estiver morto, a sua resposta não deve ser aceite. 

Dêm sinal de vida, enquanto estou vivo. Reconhecimento póstumo, não é a mesma coisa.

(Afinal, nem sempre existe um delta...)


quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Olá 2025

Olá 2025.

 Sabes, todos os anos dizem coisas engraçadas por estas alturas. Desde resoluções de ano novo, a frases do tipo "O ano muda, mas as pessoas também deviam mudar."..
2024 foi um ano bem mauzinho para mim. Isto de 'pessoas'... tem algo que se diga. Eu nunca fui de ficar onde não me querem, e isso inclui as vidas das pessoas. 

Com o passar dos anos isso foi tendo consequências... e neste momento, bem, estou num primeiro dia do ano, na cama, cheio de dores, a não querer incomodar ninguém.

Vejo que o vídeo que fiz upload ontem...
Está bem! Vídeo de hoje, de madrugada, dos 15 minutos que joguei Star Trek: Away Team já tem 20 visualizações sem eu o ter publicitado.
Haverão mesmo 20 pessoas interessadas no meu conteúdo?

Se eu o publicitar aqui estarei a fazer batota. Não é a minha intenção.

Isto também leva-me a uma questão bem mais importante. Quem são as pessoas que me querem nas suas vidas? E porquê?

É!...

Feliz 2025... 




PS:
  • Pode responder-me por mensagem. Ausência de resposta, é também resposta... e eu não vou condenar, ou sequer julgar.
  • Como sempre, espero não ter de recordar que este texto não é qualquer tipo de mensagem indirecta para alguém.