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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Toda a gente mente

É uma das frases icónicas de Dr Gregory House na série House MD.
Lembrei-me dela ao ler o texto mais recente que partilhei em Daqui e Dali , o texto As mentiras mais comuns que todas as pessoas dizem .
Com uma dor perpétua, parece que ganhei algumas características do personagem... e mais algumas. Em particular, tornei-me detector de mentiras. 
Claro que fica mal dizer na cara (ou, mais recentemente, nas mensagens) das pessoas "estás a mentir".
Não me enganam, fiquem lá com a sua verdade, não pensem que me enganam.
Estou velho para dramas, não tenho pachorra para desmascarar e expor.
MAS... as mentiras dizem muito sobre as pessoas. Mais do que imaginam.
Até as IAs mentem. No caso delas são geradores automáticos de texto. Não mentem conscientemente... porque não têm consciência.
Algumas mentiras são mais do que suficientes para me afastar... sou de poucos amigos porque nunca fui coleccionador de hipócritas.
Não é uma frase feita.
Nem mentira...

terça-feira, 21 de julho de 2026

Extraordinário? Não, só mais um.

 "Extraordinary claims require extraordinary evidence" - Carl Sagan

Hoje em dia, há a pressão para publicar. Sejam jornais sejam artigos no mundo académico, ou tretas nas redes sociais. 

Sim, " Tretas". A verdade não é prioridade. A prioridade é audiência.

No mundo académico, também percebi muito cedo que a prioridade não é a verdade, e nem sequer se dão ao trabalho de fingir [ pessoalmente tenho histórias bem localizadas no espaço e no tempo, em 1998, 1999, 2004, 2006, 2007, 2008, 2011 ] e em que nunca fui sequer ouvido. 
Em 2010, aconteceu-me uma que me fez ver que se calhar, andar com o telemóvel/smartphone com um gravador ligado, não é má ideia, mesmo que legalmente não sirva de nada e até seja ilegal.

Se notarem bem, os meus blogs não têm publicações regulares. Não escrevo porque tenho de cumprir prazos.

O actual caos nos exames nacionais, merece um texto, melhor e mais racional que a minha paródia "Exames 2026" . Merecer, não significa que o vá escrever. Há tanto ruído publicado em todo o lado que eu serei apenas mais um.
E a menos que eu esteja a escrever ficção, não gosto de fazer afirmações sem provas.

Mesmo como matemático, nunca gostei de usar resultados sem ver provas. Isso fez-me odiar, por exemplo, Investigação Operacional na licenciatura.

Para usar uma TV, um smartphone, ou um computador não tenho de compreender a electrónica por detrás dele. Mas sendo eu matemático, usar Matemática sem perceber porque ela funciona, já é lacuna. É ... seguir uma religião. 

Sabem, há resultados errados.
Durante a pandemia, apareceu-me um aluno que tinha obrigatoriamente de usar uma tabela de integrais dada pela professora dele. Um dos resultados estava claramente errado. Ao deduzir a formula obtinha-se um resultado diferente.

Ao comparar com resultados obtidos via análise numérica, o resultado deduzido batia certo, e o do formulário não. Recorrendo ao Wolfram Alpha (que também erra...) a fórmula obtida coincidia com a deduzida, não com a do formulário.

Fabricando um exemplo que deveria ter resultado zero... a fórmula não dava zero.

Corrigir o formulário? Claro que não. A professora não podia estar enganada. O seu cargo era divino.

O aluno mostrou-lhe... ela não corrigiu. :)

Este mundo precisa de espíritos críticos, não de pessoas que usam o posto para impor 'a sua verdade', mesmo havendo provas irrefutáveis contra elas...

Não gosto de sensacionalismo, nem do 'publish or perish'.
Não é o livrar-me das dores, se algum dia acontecer, que me tornará num spammer regular.

Até porque não quero aborrecer as pessoas.
 Só tenho 560 followers no facebook. Número que em vez de aumentar, de vez em  quando desce :)


São 17:00 e eu estou sentado num snack-bar, a escrever num smartphone, farto da telenovela dos exames nacionais.



sábado, 18 de julho de 2026

São 2:22

 

Este tipo de questões é Matemática?
Eu consigo fazer [ espero que as contas estejam certas ou arrisco-me a estar aqui a fazer figuras tristes ]

As contas são minhas. Fi-las no café hoje de manhã. [ as coisas que eu faço para ignorar as dores ]

Sabem... isto não é matemática.
 É terrorismo. Hoje em dia isto é coisa para calculadoras e computadores.

Temos muita gente a dar aulas que só sabe fazer contas (e mesmo assim...)

 Isto não é saber matemática. O medo de calculadoras parece 'medo de concorrência'...😂

Quando a tecnologia é temida ou mal utilizada, o cenário é contraproducente.

Neste ano, a digitalização de exames do ensino secundário foi um desastre. O ministério da educação português, em vez de assumir responsabilidades e ter avançado sem ter tudo bem preparado tornou um processo rigoroso e credível numa anedota.

Se é possível tornar este processo muito mais rigoroso, credível e blindado contra estas falhas? Sim, é.
Só depois disso é que deveria ser implementado. A tecnologia não é nossa inimiga. A falha humana é que é.
 Querer avançar sem estar preparado é como ir para um exame sem ter estudado, e sem saber a matéria.

Depois segue-se uma triste bola de neve com  culpas atiradas, assim como areia para os olhos.

Eu não tenho muitos amigos. Assim consigo sentar-me a fazer contas daquelas. Para além das dores, ninguém me  incomoda.

Há dois anos que exceptuando visitas esporádicas de ex-alunos, ou um ou outro familiar com quem  me encontro por mero acaso na rua ou no café, fico sentado à espera que as dores me permitam sair daqui... ora com a minha nintendo switch, ora com um livro, ora a estudar qualquer coisa ( incluindo desenho ).
Em 2011 ao atravessar a fctunl tive uma crise convulsiva e acordei nos cuidados intensivos do Garcia Orta.
Estar sozinho... tornou-se bem mais perigoso. Já me bastava a criatividade de quem fala sem saber e inventa.

Em 2024... eu estava a jogar às cartas com o meu pai (que tem Alzheimer) e voltou a acontecer.

Eu vou morrer sozinho...

Mas sabem?... antes só que mal acompanhado.


quarta-feira, 1 de julho de 2026

Sendo honesto...

 


Lembrem-se que para tudo, há sempre um dia, que é o último dia.


PS:obviamente isto tem um contexto.

sábado, 9 de maio de 2026

Estereótipos

Pelo percurso que tive na vida, eu não me fio em estereótipos. 
São julgamentos à priori.
Mas, desde os meus tempos na fcul que acho péssima ideia não ter registo de conversas com um certo tipo de professores. Mesmo sendo ilegal, eu não me oponho a gravações de conversas e sempre que posso trato de assuntos por email. Internamente um email guarda a informação de onde foi enviado e a que horas.
Não é paranóia, é a reacção de que tem a noção que houveram ali coisas muito erradas.
Em 2008-2011, tive a confirmação de que é excelente ideia.
Só que em Portugal é ilegal... porque podem distorcer factos. Já vi jornalistas a distorcer conteudos de conversas, políticos a mentir descaradamente, pegando em fracções de entrevistas, tirando frases do seu contexto e pondo noutros.

Por mim isso resolve-se mantendo a conversa toda gravada em meio analógico. O digital tem um problema. Hoje em dia a Inteligencia Artificial consegue falsificar e muito bem.
A verdade deixou de ser um mero valor lógico...

Como já viram em textos anteriores meus, a verdade não interessa neste mundo. As pessoas preferem o conveniente à verdade.

Neste cenário, fico preocupado com o futuro deste planeta.

Por mim, vou continuar a ouvir as pessoas, mesmo achando que já sei a verdade. A verdade vem sempre à tona. Opiniões e verdades não costumam coincidir.

E por mais dura e inconveniente que seja... mantém-nos com os pés no mundo real.

domingo, 16 de novembro de 2025

Hoje é dia...

 

Hum...
Aproveito para agradecer as pessoas que me toleram. Embora prefira as que gostam de mim.

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Produção: Zero

 Com dores é complicado fazer muita coisa.

Até dormir. Jogar e postar os vídeos no meu canal youtube distrai-me, mas não é algo que eu consiga passar o dia a fazer. Portanto investigo alguns assuntos. Se vou postar/partilhar? Não. nem tudo se partilha. Até porque os passos, servem de spoilers.
No entanto tenho alguns assuntos para postar nos outros blogs. Não quero postá-los como um mero divulgador nem quero tornar a leitura muito pesada. Gosto que percebam o que quero dizer.

E isso complica-me a vida... Consegue-se. 

Só que requer imaginação, e tempo.


Para n=0 aquilo dá 1. 

Logo aquela soma é maior do que 1.

terça-feira, 15 de julho de 2025

Nem depois de morto...

 Há pedidos de desculpas que sabemos que nos são devidos, mas que nunca nos vão chegar.
Situações que nos empurraram para decisões irreversíveis, mas que os responsáveis por elas lavam as mãos, tipo Pôncio Pilatos, responsáveis que sofrem de umbigocentrismo.

Um assassino, para ser assassino só tem de assassinar uma vez.

Um ladrão para ser ladrão, só tem de roubar uma vez.

E uma pessoa, para morrer, só morre uma vez.

Há lugares e pessoas que passámos a evitar. Não por vergonha, mas porque a proximidade afecta-nos, destrói-nos.
Estranhas kryptonites. Afinal, alguns de nós também as temos. 
Quem as criou nem sempre é castigado.
Histórias com uma só versão serão sempre suspeitas.
Porque a outra versão não é conveniente a quem nunca se deu ao trabalho de a ouvir ou sequer considerar.

Deve ter sido por isso que inventaram o conceito de justiça divina.
Uma justiça, que até provas em contrário, pode muito bem ser fictícia...

Mergulharia numa piscina com ácido sulfúrico, sem qualquer protecção?
Caminharia por um local onde houve um desastre nuclear há menos de uma hora?
Respeite os calcanhares de Aquiles dos outros, sem os insultar.
Não seja imbecil.

Há pedidos de desculpa que nunca vão chegar... até porque pedir desculpa a um copo partido, nunca lhe dará a forma e resistência original.

segunda-feira, 30 de junho de 2025

Estranhas novas batalhas

 Se prestarem atenção, raramente escrevo muito pouco especificamente sobre o meu presente.
Já disse que o meu pai tem a doença de Alzheimer. 
Mudou a minha fralda quando eu era bebé, espero que nunca se chateie por eu dizer que tenho de ajudar a mudar ou mesmo mudar a dele.
Podem ter deduzido por um post anterior, que é diabético (tal como eu).
E que depois da crise convulsiva do ano passado, em que parti uma vértebra, que fiquei com dores, aparentemente permanentes. [Sim, houve tarefas que passaram a exigir alguma imaginação]

Quando as dores me permitem, dou um pequeno passeio, sozinho, às vezes ainda abro o Pokémon Go... Depois paro num café ou num shopping, deixo as dores acalmarem. É nesses momentos que às vezes escrevo aqui. Ás vezes "chateio" o chatGPT, ás vezes ligo a Nintendo Switch. 
São rumos solitários.
Quando estou em condições, regresso a casa.

Já aconteceu eu ter de ligar a alguém para ir me buscar.
Não consegui fazer o percurso inverso, para casa.
Obviamente, não é algo que eu goste de fazer, de incomodar [Já leram o "acerca de"? Deviam...].
Conseguir não incomodar ninguém o dia todo é uma pequena vitória, como partilhei a 15 de Novembro de 2024 ("pequenas vitórias")

De vez em quando recebo uma mensagem de alguém que "desapareceu" há anos e de repente lembrou-se que eu existia. Para quê? Tentem adivinhar. Eu deixei aqui um texto em Janeiro de 2025.
"Mesmo que eu quisesse".

Quando estive hospitalizado em Setembro, recebi uma visita de uma ex-explicanda. Uma só, depois de muitos anos de profissão.
Pronto, um dos enfermeiros foi meu aluno (até já disse que tenho orgulho nele).
Mas estava lá porque era o emprego dele e não porque quisesse me visitar.
Estão a ver? Eu sabia que estava na altura de mudar de ares. Visitas 'por obrigação'... dispenso.

Há coisas que eu poderia contar. Piores do que qualquer coisa que já escrevi em qualquer blog. Só que há coisas que é preciso ver para crer.

Com dores, não há motivação para desenhos,cafés e teoremas .
Como já disse, nem todas as dores são físicas.

Há muitos anos tive de perceber que o que na altura pensava serem "algumas" batalhas, teria de as travar sozinho.

Afinal, "algumas" são "muitas". Estava enganado.

Ontem recebi um e-mail, que me mostrou que ainda tenho novas, e estranhas batalhas para travar. Daquelas, que por enquanto, não posso falar.



domingo, 22 de junho de 2025

Escrevendo uma história...

 "Um dia... alguém contará uma história sobre como foi ser teu aluno."

Não me apetece, nem nunca apeteceu, ser um personagem como o de algumas das histórias que conto...



sexta-feira, 28 de março de 2025

Problemas...

 Há dias publiquei um texto sobre o Pokémon Go, sobre o Dynamax. Estava a dizer que só com a minha ovelhinha era-me impossível ganhar batalhas dynamax. Bem, no dia seguinte tive uma ideia. Usei todos os meus "Rare candy" para fazer powerup à "ovelhinha" (Pokémon Wooloo) e... sozinho derrotei um charmander dynamax. Apanhei-o, evolui-o para charmeleon, e derrotei uma caterpie. Evolui a Caterpie para Butterfree e apanhei mais um charmeleon. Já tenho quatro pokémons Dynamax!

Sem os powerups, a minha Wooloo nunca teria derrotado aquele charmeleon.

Durante o dia, muitas vezes até sem pensar vou apanhando coisas daqui e dali e "são processadas" na minha mente enquanto durmo. Às vezes acordo com soluções, sem estar conscientemente a pensar nelas. Não faço de propósito, não é de agora, é desde sempre. Eu perdi tempo a pensar no Pokémon Go? Tenham juízo...






O único problema para o qual nunca me ocorreram soluções aceitáveis foi o dos "pdf's invertidos".
Ao longo da vida resolvi vários problemas acordando a meio da noite. Alguns dariam (mas não vou publicar) belos textos para o meu blog Z0nα Exact4.
 Até houveram uns que me deram prémios, como as minhas primeiras calculadoras científicas/gráficas/programáveis, que na altura eram coisas caras e inacessíveis para mim, e hoje em dia rio-me a pensar nisso.
Quem nunca esteve na nossa pele não tem sequer o direito a fazer juizos de valor sobre as decisões e rumos que tomámos, nem sobre as soluções disponíveis que tínhamos.
Só que as pessoas julgam, sem dados, sem direito, e complicam-nos a vida.
Águas passadas não movem moínhos.
Mas se não aprendermos com elas, a história repete-se.
O rumo que a minha vida tomou... não quer repetições.


Até à próxima caro leitor.
 Volte sempre!
 Obrigado pelo tempo que dedicou à leitura deste meu texto.

sábado, 22 de fevereiro de 2025

Demo... cracia.

 


É... ás vezes gostaria de não perceber coisas que eu percebo.
Mais vale ficar calado.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Maggie Hood

 — Acabámos de receber uma mensagem para ti. - Disse uma voz no comunicador.

— Hã? Para mim? Ninguém sabe onde estamos! Quem é?

Diz que é pessoal. Só para ti.

Ela levantou-se. 

— Manda para o meu tablet.

Ela pegou no tablet e viu a imagem de um robô.

— Vens por parte do dono de uma livraria?

— Não, venho a pedido de um amigo importante.

— Eu não tenho amigos importantes.

— Oh, todos os meus amigos são importantes. E os teus também, se pensares bem.

— Tens a certeza que o teu amigo não é dono de uma livraria? Diz lá o que tens a dizer.

— Eu sou só um messangeiro. O imperador do império Joviano pediu que te enviasse este mapa.

— Eu nunca ouvi falar desse império. 

— Mas eu ouvi falar muito de ti, Maggie Hood. Tal como o imperador pediu, e não me ordenou, eu peço que prestes atenção a esse mapa. Vai salvar-te a vida.

Maggie olhou para o mapa que tinha lhe entrado no tablet. Toda aquela região desconhecida para ela estava ali, cartografada.

— Não vejo esse império aqui neste mapa. 

— Fica noutro sector deste universo. Noutra galáxia. Consegues voltar ao teu rumo original com o mapa?

— Sim, acho que sim. Obrigada! Porque é que esse imperador quer me ajudar?

— Eu sou apenas um mensageiro. Como te disse, ouvi falar muito de ti, Maggie Hood. Se ele não tivesse pedido, eu viria voluntariamente.

— Um imperador? 

— Segue o teu caminho. Cumpre o teu destino. E quem sabe, um dia poderemos voltar a nos encontrar.

A transmissão terminou.

— De onde veio isto? 

"Não consegui determinar. Quem era?" - respondeu o computador.

— Tem aspecto de ser a nossa salvação. Mas precisamos de verificar a veracidade desta informação. 

Ela pausou o olhar sobre o mapa.

— Computador, copia este mapa para uma base de dados segura e confirma a sua veracidade. Enquanto o fazes, diz-me o que sabes do Império Joviano.

"Existe uma única referência a esse império, feita pela tripulação de uma nave que esteve desaparecida durante ciclos, mas regressou salva."

— Que tipo de referência?

" A estratégia que os fez regressar a casa veio da cabeça de um comandante de uma frota desse império."

Havia um anexo ao mapa. 

Uma só frase: "Boa sorte, Maggie Hood."


Ás vezes temos anjos da guarda que desconhecemos.
Outras vezes, exactamente o oposto.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Análises

Amanhã...
Pronto, como isto na verdade vai ser publicado amanhã, vou alterar tempos verbais e até fazer futurologia.
Hoje acordei cedo para fazer análises.
Desde 1998 que faço análises algumas vezes por ano. Com o passar dos anos fui acumulando histórias. Como eu participei delas, será legítimo chamar-lhes CarlosPaulices?

A partir de certa altura tornou-se banal picarem-me para extrair sangue.
Lembro-me que uma vez, faltou a luz, e as enfermeiras tiveram de usar a luz do telemóvel.

O que é que aconteceu hoje? Não sei. Isto foi escrito ontem, enquanto eu estava sentado no café a tentar ignorar as dores!

Não deve ter acontecido nada de especial. Mas estou curioso. Será que já acabei de escrever um texto sobre cónicas para o blog Z0nα Exact4?

Ou será que vou partilhar primeiro um texto sobre ... um programa de calculadora escrito há 10 anos e que deve levar um upgrade em breve?

Se eu ontem estava no café a escrever isto, penso que nenhum dos dois ainda está pronto.

Sabe, se deixar um olá como resposta a este texto eu posso acelerar a produção dos textos.

É uma pessoa ou um bot? Como veio aqui parar? Costuma ler isto? Está a ler o meu texto enquanto eu ainda estou vivo? Eu tive de activar uma protecção (nas mensagens de visitantes).  

Vou dar-lhe uma pista: se eu estiver morto, a sua resposta não deve ser aceite. 

Dêm sinal de vida, enquanto estou vivo. Reconhecimento póstumo, não é a mesma coisa.

(Afinal, nem sempre existe um delta...)


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Já não está às moscas?

 Este é um blog que sempre me habituei a ver às moscas.
 Principalmente depois de ter separado a componente matemática para o blog Z0nα Exact4 . Sim, neste blog não há mais Matemática. Só no outro. Não é obrigado a ler este!


 Não sou de obrigar ninguém a ler o que não lhe apetece.
 Tanto que cheguei a pensar em tornar este privado.

Mas 'de um dia para o outro', as estatísticas mudaram brutalmente. 

Ao ver os conteúdos, não há assim tantas coisas novas, nem mesmo os tabus.
Há histórias repetidas de outras versões deste blog, com mais um ou menos um detalhe (não por falta de assunto, mas porque não quero que sejam esquecidas, porque sem memória, o mundo não muda).
Para novos rumos falo exageradamente dos antigos, embora tenha me ocorrido uma forma de os manter presentes sem ter de repetir histórias e maçar as pessoas.
Insisto que não posso deixar que se esqueçam, porque esquecer é garantia de que nada muda.

Não me tornei mais interessante, e muito menos uma celebridade.

O que é que mudou? 

Como ninguém comenta... serão apenas bots? Não sei.

São mesmo estranhos novos rumos.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Sem Rumo...

 E pronto, os meus planos foram ao ar. Com a nova lei das reformas, devo passar os meus ultimos dias como sem abrigo.