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sexta-feira, 20 de junho de 2025

Vamos lá perder tempo...


Este post está a ser escrito comigo sentado no café, no Camacha shopping, à espera que as dores decidam dar uma volta.
No dia em que escrevi o post "Tabus no mundo Académico", que não coincidiu com o dia em que foi publicado, li, numa rede social (!) uma acusação de um professor universitário, que leu um texto meu e decidiu acusar-me de generalizar baseado num caso.
Eu voltei a ler o que escrevi, e só posso concluir que o tipo ou não leu o texto, tal como o outro que me acusou de fraude... sem ter havido fraude, ou 'leu por alto' (e mesmo assim, leu mal).

Eu fico preocupado. 
Se ele tiver sido juri de teses de mestrados e doutoramentos, fico na dúvida se ele leu com a devida atenção as teses.
O individuo não me conhece de lado nenhum. Em 2008 estive à porta do gabinete dele duas vezes, para tentar resolver um assunto com ele, não o encontrei!
Enviei um email, nunca respondeu!
Obviamente eu não insisto com quem não está para me aturar, chama-se 'auto-respeito'.
E agora sai-se com esta?
Quem lê os meus blogs nota que eu não tenho apenas um caso, dois, ou três... ou meia dúzia. São muitos. Até já tive alguns textos com nomes, que depois tive de apagar para evitar chatices com o serviço que hospeda este blog (não tem nada a ver com censura, tem a ver com o acordo com que concordei ao criar o blog). 
Passei a contar as histórias sem nomes.
Mas dou datas, lugares, contextos, e se houver alguém realmente interessado consegue confirmar pelo menos parte do que digo.
Respondi, educadamente que o senhor não me conhece, que não, não generalizei, pedi para voltar a ler o texto, e informei a rede social que não estou interessado em receber mais notificações dali. 
Deixem o homem 'enterrar-se' com o que diz. 
Quem tiver olhos, vê.
Sem dores eu já não tinha paciência para este tipo de pessoas. Com dores, não perco o meu tempo com defensores do umbigocentrismo ( eu sugiro mesmo ver dicionário deste blog).
Quero lá saber do cargo, título, posição do homem.
Há coisas inadmissíveis.

Não o vou bloquear. Assim, não se sente ignorado, e quem o ler serve de minha testemunha.
Agora... um professor universitário a comentar um texto meu numa rede social daquela forma, é muito mau!
Se decide voltar a me chatear, guardo uns screenshots para recordação, é bloqueado e pronto.
Não será o primeiro.
Porque preciso da recordação?
Precisar, não preciso.
Só que já aprendi, que guardar provas, mesmo que nada valham, nunca fez mal a ninguém.
Gente que fala sem saber o que diz, me julga sem ter estado na minha pele, sem ter noção das opções que eu tinha, não merece a minha consideração nem o meu tempo.
Sugiro-lhe o mesmo, caro leitor, e já agora agradeço ter lido este meu desabafo.


PS: Dias mais tarde, após a escrita do texto, apareceu-me um post no facebook.
Conhecem a frase "Diz-me com quem andas e eu digo-te quem és?". Se essa frase tiver algum fundo de verdade, o tal post sugere-me que de facto a ideia já estava formada antes de o meu texto ser lido. Esse tipo de "rigor", eu não aceito em pessoas de Matemática.

sábado, 29 de março de 2025

Baldes de água fria...

 A vida de vez em quando, de repente despeja um balde de água fria em cima de nós. Obriga-nos a engolir sapos...

Balde de àgua fria após balde de àgua fria a vida vai nos moldando.

 'Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura'.

A certa altura, os baldes de àgua fria deixam de parecer estranhos. Só que a frieza afecta-nos sempre.

As dores que teimam em não ir embora são más. São péssimas. 

Quando as pessoas desaparecem da minha vida por opção, será que sou 'apenas mais uma dor' na vida delas?

Aqueles dois v's a azul do whatsapp têm algo que se diga. Tenho alguns a cinzento que foram vistos (principalmente contactos profissionais). Eu próprio já tive o meu whatsapp assim.

Se eu não admito que quem nunca esteve nos meus pés me faça juizos de valor, quem sou eu para julgar quem não tem tempo para me responder? 

Aquele 'nunca te preocupes com isso...' é uma resposta honesta.

Eu não tenho interesse em ser 'uma dor' na vida de ninguém. 

Há dias, nos meus habituais solitários passeios diários, pagaram-me um café. E quem o pagou foi um desconhecido, sem segundas intenções.

'As dores que teimam em não ir embora são más. São péssimas.'

Por estes dias as dores têm abusado e fizeram-me pensar naquele 'Eu não tenho interesse em ser uma dor na vida de ninguém.'
A questão "serei eu uma dor?" ganhou uma nova dimensão.

Não liguem, é só mais um balde de água fria.

O frio 'aperta-me' as dores físicas.

terça-feira, 25 de março de 2025

Spammer? Eu?

Quem recebeu um email meu nos últimos anos, teve esta (ou uma pequena variação desta) assinatura.
Este é um email viajante.  Andou a viajar por muitos cabos, switches, routers, por ar, terra e mar ... mas não tem muitas histórias para contar. 
Para ser mesmo honesto já não sei bem por onde nem com quem andou. Converse com ele para saber!
Por via das dúvidas não lhe toque directamente com as mãos.
Entretanto ele tomou uma decisão de vida e também decidiu ser amigo do ambiente - Só quer passar por uma impressora se for mesmo 
absolutamente necessário.
Não me reporte como spammer: Se não desejar receber emails meus, informe-me e deixa de os receber.

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     Carlos Paulo Freitas : http://zonaexacta.blogspot.com

Se eu tive de escrever "Não me reporte como spammer" é porque algo se passou... certo? E como ainda tenho pelo menos um neurónio funcional, aprendi alguma coisa com isso. Ou será que não?
Eu até sou uma pessoa que não gosta de incomodar. Tenho um blog para quem quiser ler.

...para quem quiser ...

Alguém está mesmo interessado no que eu digo?



Sabem? Ás vezes 'spam' pode ser só uma forma não invasiva de dizer 'não me esqueci de ti'...