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terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Z0nα Exact4


O blog Z0nα Exact4 é um blog onde partilho essencialmete cálculos, e nem sempre os justifico. Podia dizer "ficam a cargo do leitor", mas nem isso faço porque uma vez deparei-me com o insólito de eu estar a escrever o que seria uma parte de uma tese de mestrado de alguém.
Abandonei o texto, e sem dar justificações, por alguns meses não partilhei nada por lá.

Por vezes recebo pedidos para trabalhos ilegítimos. Dou corda para a pessoa "se enterrar" e largo.
Não me apeteceu nem apetece ter no meu blog coisas que é suposto serem feitas usando a cabeça e não copiando o meu trabalho, e se calhar sem me citar.
Tenho lá alguns ficheiros com fórmulas, mas nada realmente importante.
Algumas coisas são engraçadas, e como sei que estão fora de qualquer programa de ensino, não tenho problemas em partilhar.
Outras, penso duas vezes. Nem sempre partilho.
Não me apetece fazer o trabalho de gente preguiçosa.
Estando longe do mundo académico, aquilo é um cantinho meu.
Hoje, as dores estão particularmente más. Fico por aqui.

domingo, 9 de fevereiro de 2025

Tabus no século XXI (III)

 


Quando olho para vilões em séries de TV ou filmes, eu recordo alguns dos que conheci na vida real. Fazendo a comparação... alguns dos que eu conheci são piores, e, contrariamente aos da ficção, ganharam! Na vida real, os vilões conseguem ganhar.

Em Lisboa, na fcul tive aulas com uma professora que foi uma das pessoas mais maquiavélicas que conheci. Descaiu-se quando lhe saíu uma frase da boca onde referiu o seminário da minha licenciatura, algo de que eu nunca tinha falado e que eu até tinha tentado esquecer...

Eu já tinha notado que a avaliação da cadeira estava bem viciada. A mulher bombardeava-nos com trabalhos (a tal a quem eu disse-lhe na cara que eu tinha outras cadeiras), e 'dava notas por baixo'. Aquilo deu bronca quando pela segunda vez vi um trabalho mal corrigido. A primeira  podia ter sido um lapso... na segunda, percebi que não. Nesse dia, sem ter aberto a mochila, reparei que ela contradizia algo que eu escrevi.

Apontei para um parágrafo do meu trabalho, e mostrei que a minha mochila ainda estava fechada, para ela nem pensar em me acusar de ter vandalizado/alterado o trabalho. Saíram-lhe duas frases da boca, que me revelaram (uma vez mais) que aquela avaliação não era objectiva. Na primeira frase, insinuou que eu estava ali porque os meus pais estavam a pagar ( não, estava a sair do meu bolso, era eu a pagar e bem caro...), na segunda, bem ... percebi que a avaliação era mais sobre ideias pré-concebidas da mulher, em vez de ter realmente lido os trabalhos. 

Não me pus com meias medidas. Contactei a coordenadora de mestrado, que também se descaiu.
(esta mulher merecia um atestado de incompetência, e cheguei a ficar na dúvida se ela não era senil)

O que é que é que a nota do seminário da minha licenciatura, assunto sobre o qual propositadamente (e por razões óbvias) nunca tinha dito absolutamente nada e até então evitava falar, podia ter a ver com aquela cadeira?
Com base naquela nota especifica fizeram um juizo de valor.

(Aquela Páscoa em que estive de cama, e me acusaram de 'ter ido de férias à Madeira' foi um mimo... a minha família pode testemunhar que durante 5 anos, na Páscoa, não estive na Madeira)

Houve um terceiro professor a falar do seminário e dessa vez eu disse basta. Aqueles imbecis não faziam (nem fazem) ideia do que se passou naquele seminário, e não era eu que ia contar.





Que raio de avaliação 'objectiva' é esta onde se vai buscar um assunto externo do qual os tipos NADA sabem? Já não bastava terem-me vendido gato por lebre e dado algumas cadeiras com conteúdos que não eram os que me foram apresentados quando me candidatei?

Eu passei muitas horas à frente daqueles programas antes sequer de ter considerado candidatar-me. 

[Depois daquele seminário, garanto que eu não iria me meter numa aventura em que pudessem ir buscar assuntos que não dei.]

Não é que um dia quando expus uma dúvida à primeira referida neste post, a mulher me respondeu "Você deu isso em mecânica dos meios contínuos"? [Lei de Murphy: o que pode correr mal, vai correr mal]

O mestrado era de Matemática. Não havia ali ninguém que tivesse conhecimentos de mecânica dos meios contínuos, que nem como opção constava da licenciatura em Matemática naquela faculdade há mais de uma década. 

Eu simplesmente estava a ser sabotado, vítima de uma avaliação viciada, mais uma vez.
Tive várias provas disso.

Portanto não me digam que não é necessária uma avaliação do ensino superior.

Só que estas coisas ainda acontecem e ainda escapam à A3ES.
Não peço uma avaliação perfeita, peço mecanismos que impeçam estas coisas.

Meus amigos, um curso ser acreditado pela A3ES ainda não é garantia de qualidade.
Isto, ainda... é tabu.

Pensem bem nisto se o rumo das vossas vidas vos levar a um curso no ensino (alegadamente) superior.


PS:

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Sem Rumo...

 E pronto, os meus planos foram ao ar. Com a nova lei das reformas, devo passar os meus ultimos dias como sem abrigo. 


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Tabus no século XXI (II)

 No post anterior eu falei de algumas ideias usadas na criação do dos gráficos do jogo Elite, publicado em 1984, e que cheguei a elas sozinho.
A imagem abaixo está publicada no facebook, na minha página de explicações. Na foto, na calculadora está o meu programa com gráficos 3D a correr, e na folha em papel, os cálculos originais que fiz para determinar as coordenadas exactas de cada vértice de um icosaedro.
Aquela folha foi colocada num caderno com muito mais geometria 3D para programas de calculadoras.

Decidi procurar o tal caderno, [quero juntar as naves do Elite ao meu programa :) ] mas ironicamente, em vez dele, encontrei o meu caderno de Análise funcional I, de 1997/1998, com todas as aulas (incluindo as que eu faltei por motivos de saúde...) e que confirmam a minha afirmação do post Tabus no século XXI (I).
Eu folheei o caderno... e reli propositadamente a aula sobre completude de espaços métricos. Mantenho o que disse... não demos absolutamente nada daquilo que o outro idiota insistiu que tínhamos dado.
A verdade foi (e ainda é) esta: o tipo deu e dá as notas que quis e quer dar.
Vão proibir-me de divulgar o que ele fez?
Atrevam-se!

sábado, 1 de fevereiro de 2025

Tabus no século XXI (I)


Isto não é ficção.
Desde Setembro que não sei o que é um dia sem dores...
Por isso, hoje depois de ter lido um pedido de explicações (sabem que larguei isso) vou falar de algo que ainda hoje me causa dores. 

   
Pergunta: (peço desculpa pelo exemplo, mas tem de ser uma coisa deste tipo)
É legítimo proibir ou sugerir a uma mulher violada que fale contra o agressor?

Eu tenho isto publicado de forma anónima, algures na Internet (sim, o autor sou eu e, mais uma vez, não é ficção).

No meu ultimo ano de licenciatura eu tive um 'seminário' dividido em duas cadeiras.
Funcionou assim: tivemos a cadeira baseada na tese de doutoramento de um professor.

Chegou ao fim da 1ª cadeira, o professor deu-nos notas a todos entre 10 e 11, sem qualquer tipo de avaliação.
Por esses dias eu passava imenso tempo no hospital, cheguei a esperar 4 horas por consultas marcadas e a ter consultas desmarcadas "em cima da hora". Tenho um problema de saúde crónico ...
( Era a greve dos médicos de 1998 )

Os meus colegas foram reclamar da 'avaliação'.
O professor disse-lhes 'vocês não percebem nada disto'.

Depois de irem reclamar com a presidente do departamento, o professor decidiu
'Quem quiser outra nota que venha a oral'

Os meus colegas começaram a olhar uns para os outros 'Oral com ele?'

Eu respondi :'Eu não tenho medo dele'.
Só eu e um colega (militar) aceitámos.

No dia da oral, só apareci eu.

Assim que entrei na sala ele disse-me: "Neste momento você tem zero!"

Durante duas horas fui bombardeado com questões de todas as àreas (não, não eram só da cadeira dele...ele aparentemente estava a avaliar o meu curso). Não falhei a nada.

Ao fim das duas horas ele manda-me fazer algo que nunca fez e que alegadamente eu tinha feito em "Análise funcional". Percorri a cadeira na mente, e não, não estava lá.
 (Eu tinha a cadeira bem presente, por razões que não vêm ao assunto)

Eu parei para pensar..

Ele diz-me :' ficamos por aqui, você.é um aluno fraco mas leva 15... isso era uma.pergunta de análise funcional"

Eu respondi: não, não demos isso. Mas está na sebenta de Topologia (E está, ainda tenho...)

Assim que saí da sala fui aplaudido pelos meus colegas, mas eu disse-lhes:
 'Eu não tiro mais cursos nem faço mais avaliações nesta universidade enquanto esta besta continuar aqui'...

E desde o fim da licenciatura, não fiz mais uma única avaliação lá, e continuo a recusar-me...

[ Isto pode responder a algo que nunca respondi, e que muito boa gente deveria ter concluido sozinha ]

Sempre que eu conto isto, ou proíbem-me, ou chamam-me mentiroso.
(EU FUI O ÚNICO ALUNO NA ###### DA ORAL)
Ainda defendem o anormal.

Com o passar dos anos eu vi mais versões diferentes de Análise funcional (nomeadamente fcul, fctunl, IST). A única que vi com aquilo, foi a dele. A versão que eu tive não teve. É legítimo "avaliar" um aluno numa cadeira por algo que alegadamente teve noutra cadeira (quando não teve?)

Pior:
dar notas entre 10 e 11 a uma turma inteira sem qualquer avaliação?
(Não me venham com tretas, aquilo veio de um gerador pseudo-aleatório...)

Isto tem uma designação: 'Prepotência' .
Proibir uma pessoa de falar disto? Menosprezar o facto? Fazem ideia das consequências disto?

Desde esse ano que ouço queixas desse artista, vêm parar a mim porque as vítimas, tal como eu, deixaram de confiar na honestidade das avaliações e do sistema.

Eu passei a fazer uma coisa diferente: passei a cortar relações com quem se atreve a defender o anormal, a proibir-me de falar ou a menosprezar o que se passou comigo.

A besta imbecil nunca foi penalizada, continua a dar as notas que lhe apetece em avaliações suspeitas.

Desde esse dia que quando percebo que estou a ser sabotado, abandono o lugar.
Mas agora, "estou danificado", e a ficar velho para estas ######.

Portanto quero lá saber, fica aqui para registo, e quem se atrever a minimizar, negar, que vá para o raio que o parta e não volte a aparecer à minha frente. ISTO É GRAVE.
(Note que estou a usar o presente do indicativo)


Por estas e por outras disse a alguns alunos "Para ti, vou ter sempre tempo"

Proíbe-se uma mulher violada de acusar o violador? 

Sobre o 'isso foi dado em Análise Funcional'... Eu fiz melhoria de nota a Funcional nesse ano.  (porque... houve um acidente de que o professor da cadeira não teve culpa). GARANTO que não deu.



PS:
  • Não é a primeira vez que falo disto nos meus blogs.
    Carlos Paulices no século XXI - Burlonha, terra académica dos burlões
  • 2026-04-16 : Deixei crítica negativa, no facebook à página do curso de Matemática da universidade da Madeira, com link para este post. Foi removido.
  • 2026-04-22 : Parece que também perdi seguidores no facebook [ olhem, paciência, só não fechei aquilo porque ainda preciso daquilo]
  • O passado, por mais infeliz que seja, não se apaga.

segunda-feira, 11 de novembro de 2024

"Ver para crer".

 Há coisas que não se contam.  Coisas que se contadas vão fazer-nos perder contactos, amizades, e são coisas em que ninguém vai acreditar.

Coisas que é preciso ver para crer, e mesmo depois de ver, levam o seu tempo a digerir.

"Eu podia ter-te contado isso, mas ias acreditar? Ou ias olhar-me de lado?"

Há situações que se costuma dizer que "não lembram ao diabo", e em que o que se pode fazer é tentar minimizar o estrago.

"Minimizar o estrago"....

Optimização.

Em tudo há Matemática.


(PS: a foto é de 2011, e os pés, são meus)

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

...Um espelho para outra realidade

Deram-me alta, mas não consigo levantar-me ou sequer sentar-me. A dor é agonizante. Passo os dias em casa, deitado num sofá. Nem consigo virar-me ou levantar-me... Terem me dado alta nestas condições deixa-me preocupado. Tenho um raspberrypi a fazer streaming para a TV. Até quando viverei assim?
Update : 10 de Setembro de 2024
As dores continuam insuportáveis. :'(

sábado, 7 de setembro de 2024

Mais uma noite nas urgências.

 Eu estou outra vez hospitalizado nas urgências... Se eu andar desaparecido, já sabem o que me aconteceu.


segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Ninguém pensa nisto...


Há dias em que não converso com absolutamente ninguém. Nem sequer sms/chat.
[Não me estou a queixar, estou a declarar...]
Nesses dias, escrevo aqui no blog. A quantidade de textos deste mês é elucidativa.
Se vou obrigar alguém a aturar-me? Não.
O que mais é que eu faço nesses dias? Bem, caro leitor, não é da sua conta, mas não é nada ilegal.
Uma das vantagens de saber matemática e saber utilizá-la... é que facilmente invento formas de encriptar dados. Então, por exemplo hoje, estou a encriptar backups e fazer uploads para a nuvem.

Não.... criptografia, não é informática, a menos que estejam a utilizar pacotes pré-programados por alguém.

Criptografia é Matemática.

O problema de passar muito tempo sozinho é que as pessoas inventam e espalham coisas. Já o disse antes...
Esses boatos têm consequências.
Mas há perguntas simples que se podem fazer: 

  • Isto é verdade? 
  • Como é que este indivíduo sabe?
  • Este tipo é de confiança?
  • Está-me a falar da vida de um desconhecido, pelo nome.

Isto passou-se na minha licenciatura.
Na cadeira de programação, havia uma componente teórica e uma componente (teórico)prática.
As aulas teóricas eram literalmente teoria.
As aulas teórico-práticas eram... mais teoria. Tanto que no semestre inteiro, só ligámos o computador 3 vezes.

Na altura eu não tinha computador em casa. Percebi que para perceber alguma coisa daquela versão de programação ia ter de dedicar tempo extra nos laboratórios. Aquilo não tinha nada a ver com programar uma calculadora. 

Fazia-o sozinho.
E lá se espalhou o boato que eu "era perito" em informática.
Sabem? Tive 13 a programação... porque ainda por cima os computadores da universidade deram-me cabo das disquetes com um trabalho e backup. De facto um 13 é a nota de um perito em informática.

O boato espalhou-se. E eu perdi a paciência. Alguém alguma vez olhou para os meus cadernos de programas de calculadora? Aquilo é Matemática. 
O boato chegou ao ponto de me por em perito em "Unix/Linux"... no final dos anos 90.
[Numa altura em que eu nem sabia isso o que era].

Eu na verdade só mudei para Linux em 2004, (Debian). Antes passei os olhos por Mandrake, Knoppix, mas só depois do fim da licenciatura (acabar o curso era uma prioridade). Só depois de 1999... E a sério, só mesmo em 2004, quando larguei a UMa...

Nos laboratórios de informática juntei-me aos jogadores dali da zona. Fui apresentado a jogos como Dune2, DOOM, QUAKE e Unreal Tournament.

Hoje em dia uso a tecnologia, programo várias linguagens, mas para uso pessoal, nada que tenha utilidade num mercado de trabalho. Gosto de brincar com os meus raspberry pis e com as minhas calculadoras. Cada vez mais sinto repulsa pelo MS-Windows(...)

Contei esta, mas tenho histórias piores.
Há coisas que não passam de boatos. Mas as pessoas continuam a espalhá-los, e acabam a ter impacto negativo na minha vida.

Há poucos anos enquanto estava à espera de uma consulta, fui abordado. Queriam que eu desse explicações de Verilog.
Eu tenho algum material de Sistemas digitais. Comprei e li "por curiosidade" (...quero dizer, há um motivo...)

Estou longe de ser alguém da área. ( ou mesmo interessado )
O meu interesse em Sistemas digitais está relacionado com umas coisas que ando a fazer, e que ninguém sabe.
Eu nem vou tentar perceber como foi que o meu nome aparecer associado àquilo.

Porque é que as pessoas inventam?

Há outros maus hábitos que se ganham passando imenso tempo sozinhos...

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Ao fugir para Siracusa...


 E quando se encontram erros feios nos cartazes de regresso às aulas da FNAC? Ninguém que perceba de arte e Matemática revê estas coisas antes de serem aprovadas?

Alguém tem mesmo de regressar às aulas.


Actualizado 27 Agosto:

domingo, 18 de agosto de 2024

Uma questão de ovos...


Eu gosto dos vídeos "Isto é Matemática". Não tem nada a ver com conhecer e ter trabalhado com o Rogério Martins (que é uma excelente pessoa, uma das melhores pessoas que já conheci!).

Há vários anos ofereci um desenho a uma ex-aluna. 
Tinha a legenda "És uma pessoa e não um robot" (não mostro... o desenho é dela).
A sobrecarga de trabalho que alguns alunos têm não é saudável.
(Uma vez disse na cara a uma professora: "Sabe? Eu tenho outras cadeiras."  )
Para além da vida académica, os alunos devem poder distrair-se com outras coisas. Distribuir o tempo entre várias actividades (quem diz os alunos, na verdade, diz qualquer profissão).
Eu, mais do que uma vez cheguei a ser castigado... por ter ido parar ao hospital, ou ao médico.
No ano lectivo 1998/1999, com a greve dos médicos, a minha situação tornou-se bem complicada, porque fugia completamente ao meu controlo.

Nos anos 2008/2009, 2010/2011, passei por situações que não lembram ao diabo (estão descritas em versões anteriores deste blog, e não me apetece ser repetitivo). Ao procurar novos rumos, vou blindado...
Se calhar, um dia publico um livro autobiográfico "Carlos Paulices". Not. Ninguém está para me aturar, quanto fará para me ler.

Portanto até o direito a ter problemas de saúde, para alguns professores, é nulo.

Esta história é um mimo.
Houve um ano lectivo em que a única vez que saí foi para um almoço de estudantes de Matemática a 1 de Dezembro(feriado nacional). Essa saída, acabou publicada no facebook (não por mim),
Bem... Vocês acreditam que tive um imbecil a dar-me uma valente descasca? Atenção: quem me criticou não está no meu facebook.

Quando eu vejo ex-explicandos e ex-alunos a publicar as saídas, férias, etc, ponho um like, não critico, e até sou capaz de os felicitar ou mandar uma piada.
(Agora são todos ex-explicandos... já não dou mais explicações)
Eu sempre tentei ter e manter boas relações com todos os ex-explicandos, principalmente aqueles que me aturaram mais tempo. Nem sempre consegui. (...)
Isto de aturar os mais velhos...

Gostava que alguns tivessem seguido alguns dos meus conselhos. (Conselhos não são ordens)

Espero ao menos que distribuam sempre o seu tempo por várias actividades, entre as quais, distracções (sem exageros), e que não tenham problemas em mandar para um lugar, quem se opuser...



quinta-feira, 15 de agosto de 2024

"Detox" (3)

Há quem não perceba que quando eu não atendo uma chamada é porque estou ocupado, ou porque deixei o smartphone ficar sem bateria. Normalmente se estou ocupado até deixo o bicho em "modo de avião".
Só que... Existe uma coisa chamada voicemail!
Quando eu não atendo, ao que parece, algumas pessoas não desligam a chamada, e o que se segue fica gravado no voicemail.

Hoje tive o vocemail a ligar-me a avisar-me que tinha várias mensagens para ouvir. 

Bem...

Eu preferia não ter ouvido isto.
Vou passar a ter o telemóvel desligado mais vezes.