sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Aprendizagens de muitas passagens de anos

A sucessão dos anos para o fim da nossa vida é uma sucessão monótona decrescente.

Essa, é óbvia.
No meu caso, os últimos anos mostraram-me outra: a da quantidade de pessoas à minha volta.

A vida tornou-se bem mais solitária.

Também corrigiu muitas percepções que eu julgava ter, sobre honestidade e humanidade. 

Essas correcções se eu as tivesse em 1987, teriam mudado muita coisa.
Eu estaria a viver noutras condições. E provavelmente o meu pai também.

É que uma das maiores ilusões da minha vida foi acreditar na honestidade das pessoas. De pessoas que pelos seus cargos, deviam ser explícitamente honestas.

O som da chuva lá fora acordou-me. Hoje fiquei involuntariamente dispensado dos serviços de enfermeiro. Pensei que ia dormir.
Pensei... :)

As dores, bem... também estão bem acordadas. Se calhar, eu devia por headhones e jogar qualquer coisa para por no meu canal. Tenho saudades de Pharaoh, Star Trek Online, GTA. 
Tenho outras coisas para fazer. Acabar de capturar um blog para pdf – um dia volto a falar disto.

Sabem, a quantidade de chuvas que vão me acordar a meio da noite, também é uma sucessão monótona decrescente.

Se eu soubesse o que sei hoje...

Sou levado àquela velha questão. Isto vai mudar, ou devo mesmo construir uma máquina do tempo?

Máquinas do tempo são ficção, certo?
Certo?

...

Porque se não forem... a minha história vai mudar.




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