Durante a noite, sou 'enfermeiro improvisado' do meu pai. Não confundam com enfermeiro a sério.
Esses são formados na área, ao passo que eu, sou formado em Matemática.
Só que... há muitos anos que para mim, 'formação' vale muito menos que 'tem capacidade de trabalho em'.
Não quero desvalorizar a formação. Há muita gente bem formada, e com capacidade de trabalho na área em que foi formada. O problema é a minoria formada sem capacidade... e os autodidactas que são melhores que muitos formados, mas não são reconhecidos por falta de um papel que confirme aquilo que se sabe que são. Dar o monopólio de reconhecimento de capacidades a instituições de ensino alegadamente superior é um erro, que nos faz perder pessoas com capacidades, por questões burrocráticas e interesses que de honestos têm nada.
Enfim, não é o assunto de que quero falar hoje, e por isso não vou desenvolver.
(Nem falo de mim que estou a muitos anos luz de ser enfermeiro a sério)
Para me manter acordado e combater efeitos secundários de alguma medicação que tomo (recordo que tenho dores crónicas), recorro a chás. Hoje o meu pai surpreendeu-me ao perguntar-me o que é que eu estava a beber.
Até porque, pelos dias em que escrevo estas linhas, o homem raramente fala, e quando fala, é meio arrastado.
Só que hoje falou! E bem... como se estivesse a 100%. Coisa rara, e surpreendente.
O tipo de coisa que me faz querer compreender melhor a doença de Alzheimer, formas de combate e até regressão da doença.
Vou começar por beber o chá, ou adormeço antes de acabar de escrever istooooooooooo...
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

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