sábado, 21 de março de 2026

Motores de busca no futuro da Internet

    Nesta noite estive envolvido numa obra de arqueologia da Internet. Recorri ao google, bing, gemini, copilot, Arquivo.pt, webarchive.pt,...etc.
O gemini disparatou imenso. Não me venham com a história de prompts errados.
As actuais AIs funcionam com base em estatística e probabilidades, não são deterministas.
 E temos um problema: quando não sabem inventam. 
Nesta noite a fiabilidade do gemini foi tão baixa que tive de comparar respostas com o copilot, eu que não sou o maior fã da microsoft. O copilot e o bing, para minha surpresa foram bem mais fiáveis.
Eu tenho estado com o bing debaixo de olho por causa do Microsoft Rewards (falarei disso num texto futuro), foi por isso que foi a minha segunda opção.

O gemini quando não consegue ler links, inventa conteúdo. Cheguei ao cúmulo de o testar com links deste blog e inventou em todos várias vezes. Só com o título de um texto inventou conteúdo que não estava ali!
O ChatGPT fazia o mesmo, passei a reduzir o uso.

As respostas dadas por modelos LLM têm de ser verificadas criticamente e não se pode confiar cegamente nelas. Pelo menos ainda.

Por exemplo, dando o link de um dos meus textos "tabu no século XXI" ao gemini... ele decidiu abordar a sexualidade. Coisa que nunca foi assunto em nenhuma das versões deste blog!

Ao fazer pesquisas notei que algo estranho se passa com os pesos dados pelo google. 
O google está a ir por conteudos SEO  (Search Engine Optimization) .

Por outras palavras, uma versão moderna de clickbait, que não nos dá realmente o que pesquisamos, mas "lixo" que foi optimizado para subir nos resultados de motores de buscas. 
E se pesquisarmos SEO (Search Engine Optimization) vemos que há empresas especializadas no assunto. Tradução: a Internet dos motores de busca começa a deixar de ser fiável e passou a orientar-se por uma espécie de influencers digitais.

Inutilizar a Internet dos motores de busca devia ser considerado crime.
Já o notava no Youtube, mas a tendência é geral.
No Youtube eu não uso títulos clickbait. Nem mesmo neste blog.

Já devem ter percebido que eu gosto de honestidade, em particular de honestidade intelectual.

Quanto ao meu trabalho de arqueologia... bem, vou deixar alguns "documentos arqueológicos" na secção de material do blog Z0nα Exact4.

A era da Internet biblioteca foi substituída pela Internet Centro Comercial, onde até conteúdos são optimizados para "vender". 
Vou dar-vos um spoiler: Quando as pessoas deixam de encontrar o que procuram, deixam de usar. As práticas SEO vão matar os motores de busca. 

Nesta longa noite, o Google e o Gemini foram inúteis para mim.



sexta-feira, 20 de março de 2026

Tabus no século XXI (IV)


Hoje li este artigo, partilharam numa rede social.

https://www.sabado.pt/opiniao/convidados/alvaro-rocha/detalhe/as-nossas-universidades-foram-capturadas-por-elites-mediocres

Depois de tudo o que eu assisti no ensino superior, sei que ética e bom CV são variáveis independentes no sentido estatístico.
Como no meu caso em que tive um seminário, sem avaliação e em que o individuo deu notas 10/11 a toda a gente

Ou o outro 'isso está errado porque tenho mais experiêcia que tu'...
Em Matemática, logo em Matemática.

  'Inveja e perseguição' também há... e consegue-se provar.

 Mas quando há catedráticos ao barulho, o regime é absolutista. Provas conseguem desaparecer.
O regime académico português é uma bolha. Coisas que seriam crime em qualquer outro sítio, ali são um dia da semana normal. 
Portanto... CV não pode ser a única medida de avaliação de um docente.

 Mas num regime quase  feudal com absolutismo, como se muda?
O autor do artigo na revista Sábado faz bem em publicar, mas os óculos míopes do CV e da apregoada meritocracia, têm problemas. Precisamos de mérito, mas mérito é algo discutivel. Um aluno com um 15 em cenário de guerra vs um aluno com 15 em cenário de pobreza vs um aluno com 15  tendo acesso a explicadores, livros e luxos... vamos olhar só para as notas?

'Professor' deve ser um cargo de honestidade porque ensina-se mais com exemplos do que com palavras. 'Deve ser' infelizmente, não é sinónimo de 'é'

Eu passei a escrever em blogs.
Lê quem quer.
Não obrigo...

quarta-feira, 18 de março de 2026

He-Mat e os Licenciados do Universo


Nos anos 80 uma série da Filmation foi sucesso a nível mundial.
Teve direito a filme, reboots, sequelas... mas convenhamos, poucos conseguiram capturar o carisma da série original.
 Numa época com pouca originalidade onde nada se cria e apenas se reinventa. não é de estranhar.

Na minha versão, ele chama-se "He-Mat"...


Olá. Eu sou Adamat, principe de Scarnia e defensor dos segredos do castelo "Caveira de Gray".

Este é Medricas, meu destemido amigo.

Fabulosos e poderosos segredos foram-me revelados no dia em que ergui a minha espada e exclamei:

Pelos poderes de Chain! Eu tenho a Regra!

Medricas transformou-se no poderoso gato de batalha PontoInexistente e eu tornei-me He-Mat, o matemático mais chato do universo.

Apenas mais três triliões de pessoas (na escala longa) sabem este segredo. 
Nomeá-las a todas não me é possível, mas elas incluem, a Internet, você, o Google, as AIs, e a eternidade.
Juntos defendemos o castelo "Caveira de Gray" das forças malvadas de Johan Lapalice Smith.


Vivemos tempos estranhos, onde se valorizam mais títulos do que competências.
 O excesso de acções de formação, apostas no ensino alegadamente superior são uma pequena amostra disto.
As instituições de ensino alegadamente superior começam a ocupar o lugar que a Igreja ocupava na idade média. Nessas instituições há quem se agarre ao poder, e esteja-se nas tintas para a verdade, como já mostrei noutros posts.
Ironicamente, as universidades nasceram da Igreja.
Porquê licenciados e não mestres ou doutores?
Deixo isso para o leitor tentar perceber.

segunda-feira, 16 de março de 2026

sábado, 14 de março de 2026

Dia do π, Dia internacional da Matemática

A minha sobrinha mais nova não achou piada aos nomes dos meus pokémons.
Porquê? Não percebo!


Bem, e neste dia, carreguei o 314° vídeo para o canal.
Tenho mais vídeos do que público. :)

PS:Aquele canal não é sobre Matemática, não quero enganar ninguém, mas serve-me de distracção, para aprender algumas coisas sobre edição de Vídeo e o Youtube actual.

quinta-feira, 5 de março de 2026

Newton Nosso


 Newton nosso, que subiu aos céus.

Gravidade lembra-me o teu nome.

Temos exame e pouco treino.

Nunca desafiámos tua verdade.

Nem na terra nem no céu.


Newton do binómio, em cada dia,

Em particular hoje, partilho tuas crenças.

Mesmo quando calculamos sem as ter compreendido.

Não nos deixais chumbar nesta avaliação.

Tu que nasceste num Natal.

AH! Men!

quarta-feira, 4 de março de 2026

segunda-feira, 2 de março de 2026

Seguidores

 Eu tenho perto de 300 pedidos de amizade no facebook. 

Não vou me por a aceitar toda a gente, até porque obviamente não conheço aquela gente toda.
Além do mais, o Facebook pertence à Meta, que já me arranjou problemas, e é incontactavel se não lhe pagamos, e pior ainda, tem fama de não resolver coisa nenhuma.

Têm uma queixa feia minha no portal da queixa.
Não vou remover.
Arranjaram-me problemas e depois ignoraram-me.
 [ podem ver posts anteriores ]

Para me seguir, e se não vos conheço pessoalmente, sigam qualquer uma das minhas outras páginas. 

Aceito ex-alunos, ex-explicandos... ex-colegas, pessoas que eu conheço.
Até eu arranjar uma alternativa aos produtos meta, que tenha contacto humano.

Não sou influencer nem celebridade.
Não se justifica!



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Resumo semanal da minha vida online 2026-02-14 <-> 2026-02-21

 Na semana passada publiquei dois posts nos meus blogs de Matemática.

No Raciocínios quase exactos e meio aleatórios :

Curiosamente o Zero elevado a zero teve muito mais audiência do que eu esperava.

Já notaram que quando se escreve um polinómio como somatório "compacto" sem separar termos, temos um zero elevado a zero que pode levar as pessoas a pensar que zero elevado a zero é um?

Ah! Pois... O post é sobre isso. Por acaso, sei como dar continuidade a esse post.
Será que há interesse?

Pelos lados do Youtube tenho andado a jogar Pokémon Legends Z-A na minha Nintendo Switch, e excepcionalmente ando a gravar tudo... e a postar no youtube.


Tenho um setup montado com um Raspberry Pi 4B, que me permite jogar deitado no sofá, tendo dores, gravar num disco externo, e com o smartphone, editar remotamente os vídeos e fazer upload para o Youtube.



terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Deixa-me ir...



Isto estava na 'story' de um dos meus contactos Facebook.

sábado, 31 de janeiro de 2026

Quando 'o sistema' falha

 Quando 'o sistema' falha muitas vezes, a vítima deixa de confiar no sistema e procura alternativas. 
Isso justifica e bem muitas decisões que tomei ao longo da vida. Uma coisa, são falhas pontuais. 
Outra, são falhas agressivas, e mesmo hostis.

No meu caso, a verdade crua é: eu não falhei ao sistema, o sistema falhou-me a mim.

Consigo provar vários casos, noutros, havia ali corrupção deliberada de quem sabia bem o que estava a fazer para não deixar provas.

Nestas circunstâncias, eu quero mesmo manter-me longe do sistema.

Eu não estou  a ficar mais novo, e cheguei a um ponto em que não me posso dar ao luxo de suportar mais desonestidade.
Posso fazer algumas  apostas, mas apostas, são jogo. Podem falhar. 
[ Atenção, isto é metáfora ].

Por isso 'novos rumos' deixaram de poder ser decididos com as regras de antigos rumos.

É perigoso ignorar as lições que a vida me deu, num mundo onde pessoas não assumem erros.
Onde a verdade é camuflada por ser inconveniente.
Onde as aparências iludem, e as pessoas são descartáveis.

Sobreviver ... começou a ser difícil.
Ainda antes de terem-me aparecido as dores.

Sento-me à frente de um computador e vejo "máquinas de fazer dinheiro". 
Não sou ingénuo. Muitas histórias não sobrevivem ao pente do pensamento crítico.
As que sobrevivem passam por outro filtro: a minha experiência de vida.

Não sou anarquista. Sou alguém que foi obrigado a ver 'o sistema' a falhar e a sair impune.

Quero manter-me afastado d'o sistema' e mais do  que  sobreviver, eu preciso de viver.



sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

:/

Por estes dias as dores têm andado pouco simpáticas.
Mesmo com medicação SOS.
Tento distrair-me, mas ... Faça eu o que fizer, tenho ali a dor a chatear.
Gravei uma série de vídeos de jogos para o meu canal no youtube.
Tendo em conta que eu acabei nesta situação depois de uma crise convulsiva, ecrãs se calhar não são a melhor coisa do mundo.
 Por outro lado, eu estou medicado, e nunca tive uma crise à frente de um ecrã. 

  • Tive uma à frente do Camacha Shopping, três dias depois de ter sido inaugurado.
  • Uma na fctunl ao atravessar a faculdade, em Março de 2011
  • E uma a jogar às cartas com o meu pai em Setembro de 2024
Não sou epiléptico, e até hoje não sei o que causa estas coisas.
Portanto ecrãs, não são, até porque estou a escrever isto, não estou?

Hoje ao olhar para um meu caderno de Mecânica Quântica, lembrei-me de como estudei aquilo.

Faz-me crer que mesmo com dor crónica consigo ser produtivo.
O problema consiste em arranjar forma de converter essa produtividade num salário, caso contrário, arrisco-me a viver debaixo da ponte na idade da reforma, ou pior...

Recordo que muito antes de ter dores crónicas, uma vez tentaram me por a trabalhar por menos que um salário mínimo, e defenderam o indefensável (...) .
[Sim, eu sei, a quantidade de pessoas que defendem o indefensável com que já me cruzei na vida, é absurda]

Quando temos pessoas a fazer isto enquanto estamos saudáveis, imagino estando agora nesta situação.

É preciso ter um latão.

Sugestões são sempre bem vindas.
Imposições... fiquem com elas.

Imagens criadas com Microsoft Copilot, para o blog raciocínios quase exactos e meio aleatórios.

Quantas Pessoas?


(Star Trek : Insurreição) 
 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Um exemplo...

 Deixei este comentário, a um post de um ex-colega que discutia a venda do edificio do Hospital Nélio Mendonça.


De facto o que a Madeira precisa é de mais hoteis, campos de Golfe. 

Melhorar as condições de saúde e de vida das pessoas? Só se tiverem os amigos certos...

E quanto a justiça? Bem... os imbecis dos meus posts sobre "tabus" no mundo académico, nunca foram penalizados.

O gajo que me deu alta com uma vértebra partida sem me ver é intocável.

E eu...

Resta-me escrever num blog. 

O sistema não funciona. Nem para queixas.
E as pessoas só ligam quando lhes acontece a elas...

Ao menos eu, sempre prestei atenção aos meus explicandos.

Não tenho os amigos certos. Se é que tenho amigos. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

I, Bot ?


 Eu tentei ficar ofendido com este comentário, mas não consegui.
Tendo em conta que jogo deitado num sofá, numa Nintendo Switch, com dores crónicas... Aquilo é um elogio. E ele nem sabe que se não uso o comando pro, os joycons saem do Nintendo switch controller handle.

Ser comparado a um bot, nestas condições, não é mau. É excelente!

Por falar em Bots, lembro-me que o Xan, em Unreal Tournament (1999) era um bot bem lixado...

Se ele/a quis ofender-me ou desmoralizar-me, conseguiu o contrário. :)

Não, não sou um bot...
Nunca foi grande jogador, e agora ainda menos.
Todos os vídeos do Youtube têm de ser de super jogadores, ou de jogadores falastrões? Não. Criei o meu, mesmo porque não queria ouvir ninguém durante estes vídeos.

Todas as críticas, desde que não sejam ofensivas ou desmoralizadoras são bem vindas.

Novos Rumos

 


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Sumários

Uma das coisas que investiguei e percebi como docente no ensino superior, foi como tanta gente escapa fazendo tanta trapalhada. Verdadeiros crimes intelectuais e insultos à inteligência, como várias das histórias que já contei aqui. 

Em particular, esta notícia, lembrou-me que tenho livros de sumários guardados em casa.

https://cnnportugal.iol.pt/professores/escolas/ministerio-quer-validar-salarios-dos-professores-com-preenchimento-de-sumarios-sindicatos-e-diretores-pedem-explicacoes-sobre-esta-tontice/20260109/69614b02d34e92a344973694

Quando dei aulas percebi que os sumários não serviam para nada e ninguém os lia. Então, para provar isso, trouxe os livros de sumário para casa. Passaram mais de 20 anos. Nunca mos pediram!

Podia ter escrito lá a história da Carochinha.

Na altura também fiz isso para confirmar uma teoria que eu tinha sobre aparentes professores intocáveis, como alguns que já descrevi em posts anteriores neste blog. Eram intocáveis porque não há fiscalização real, este alegado controlo buRRocrático é tudo para inglês ver, e mesmo com sumários digitais, aquilo só ocupa espaço, ninguém os lê!

Há uma ferramenta real para ter noção do que se passa nas aulas, e não são os sumários.

Os cadernos dos alunos, mesmo com erros por serem mal copiados ou o aluno não ter noção do que copia dão melhores informações do que qualquer programa ou livro de sumários.

As pessoas têm tendência a esquecer de uma coisa: eu sou matemático e gosto de provas. Portanto... eu guardo algum material. 

Não sou mentiroso.






quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

2026

 


Bem, tive de mudar de telemovel. Os blogues ficaram parados...

sábado, 3 de janeiro de 2026

Chá nocturno


 Durante a noite, sou 'enfermeiro improvisado' do meu pai. Não confundam com enfermeiro a sério.

 Esses são formados na área, ao passo que eu, sou formado em Matemática. 

Só que... há muitos anos que para mim, 'formação' vale muito menos que 'tem    capacidade de trabalho em'. 
Não quero desvalorizar a formação. Há muita gente bem formada, e com capacidade de trabalho na área em que foi formada. O problema é a minoria formada sem capacidade... e os autodidactas que são melhores que muitos formados, mas não são reconhecidos por falta de um papel que confirme aquilo que se sabe que são. Dar o monopólio de reconhecimento de capacidades a instituições de ensino alegadamente superior é um erro, que nos faz perder pessoas com capacidades, por questões burrocráticas e interesses que de honestos têm nada.
Enfim, não é o assunto de que quero falar hoje, e por isso não vou desenvolver.

(Nem falo de mim que estou a muitos anos luz de ser enfermeiro a sério)

Para me manter acordado e combater efeitos secundários de alguma medicação que tomo (recordo que tenho dores crónicas), recorro a chás. Hoje o meu pai surpreendeu-me ao perguntar-me o que é que eu estava a beber.

Até porque, pelos dias em que escrevo estas linhas, o homem raramente fala, e quando fala, é meio arrastado.
Só que hoje falou! E bem... como se estivesse a 100%. Coisa rara, e surpreendente. 
O tipo de coisa que me faz querer compreender melhor a doença de Alzheimer, formas de combate e até regressão da doença.

Vou começar por beber o chá, ou adormeço antes de acabar de escrever istooooooooooo...

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Aprendizagens de muitas passagens de anos

A sucessão dos anos para o fim da nossa vida é uma sucessão monótona decrescente.

Essa, é óbvia.
No meu caso, os últimos anos mostraram-me outra: a da quantidade de pessoas à minha volta.

A vida tornou-se bem mais solitária.

Também corrigiu muitas percepções que eu julgava ter, sobre honestidade e humanidade. 

Essas correcções se eu as tivesse em 1987, teriam mudado muita coisa.
Eu estaria a viver noutras condições. E provavelmente o meu pai também.

É que uma das maiores ilusões da minha vida foi acreditar na honestidade das pessoas. De pessoas que pelos seus cargos, deviam ser explícitamente honestas.

O som da chuva lá fora acordou-me. Hoje fiquei involuntariamente dispensado dos serviços de enfermeiro. Pensei que ia dormir.
Pensei... :)

As dores, bem... também estão bem acordadas. Se calhar, eu devia por headhones e jogar qualquer coisa para por no meu canal. Tenho saudades de Pharaoh, Star Trek Online, GTA. 
Tenho outras coisas para fazer. Acabar de capturar um blog para pdf – um dia volto a falar disto.

Sabem, a quantidade de chuvas que vão me acordar a meio da noite, também é uma sucessão monótona decrescente.

Se eu soubesse o que sei hoje...

Sou levado àquela velha questão. Isto vai mudar, ou devo mesmo construir uma máquina do tempo?

Máquinas do tempo são ficção, certo?
Certo?

...

Porque se não forem... a minha história vai mudar.




Tchau.


 Alguns ex-alunos tornaram-se amigos para a vida...