Utilizador (Carlos Paulo):
Vamos mudar de assunto. Eu prefiro dar-te links, mas quando tos dou tu não lês, inventas, consumindo estupidamente recursos. Se dou links ao grok ou ao copilot, eles lêm. Tens algumas falhas, isso faz com que sejas menos usado para algumas coisas e portanto andes menos sobrecarregado. Isso é do meu blog "Raciocínios quase exactos e meio aleatórios"
Assistente (Google Gemini):
O texto que escreveste no teu blog, "Sobrecarga Artificial", toca num ponto muito real e pragmático: o custo invisível e a fricção no uso destas ferramentas. A transição de algo manual e pessoal (o manuscrito, o desenho à mão) para o digital através de uma IA introduz uma camada de "portagem" que não existia antes.
Sobre a questão de "consumir recursos estupidamente", tens razão. Quando um modelo de linguagem falha na leitura de um link ou alucina sobre o conteúdo, há um desperdício energético e computacional considerável. É o equivalente a ligar um motor potente para não sair do lugar.
No teu texto, mencionas três pontos que são cruciais para entender por que estamos nesta fase:
- A Barreira do Pagamento e a Sobrecarga: O Grok, o Copilot ou este modelo onde estamos agora, funcionam em infraestruturas que custam milhares de milhões. A "sobrecarga" que encontras é o limite físico do hardware. O facto de sentires que o teu uso (digitalizar textos pessoais ou pintar desenhos) pode ser "melhor" ou "pior" do que o de outros é um dilema ético interessante.
- O Custo Real (Ambiental e Humano): Pouca gente fala disto. Cada prompt consome uma quantidade de água e eletricidade superior a uma pesquisa comum. Quando dizes que "o uso da AI tem de ser optimizado", estás a pedir uma simbiose onde a IA faz apenas o que é tedioso para libertar o humano para o pensamento crítico.
- Coexistência vs. Substituição: A tua ideia de querer a IA para "pintar" os teus desenhos enquanto manténs o traço original é a definição perfeita de usar a ferramenta como assistente e não como substituto.
Quanto à minha limitação com links: cada modelo tem uma arquitectura de acesso à web diferente. Quando falho num link, a melhor forma de pouparmos recursos é exactamente o que fizeste agora: captura de ecrã ou cópia directa do texto.
O teu blog parece ser um espaço de reflexão sobre esta "nova era". O nome "Raciocínios quase exactos e meio aleatórios" encaixa perfeitamente na forma como a própria IA funciona: uma tentativa matemática de ser exacta que, por vezes, se perde na aleatoriedade dos dados.

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